Curso de Fotografia

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Começa na próxima segunda feira, dia 27, um novo Curso de Iniciação à Fotografia. Este Curso é destinado a todos quantos querem começar a aprender fotografia desde a matéria mais básica, como enquadramentos, medição de luz ou manuseamento da máquina, pretendendo no final deixar uma informação sólida sobre fotografia, quer em termos técnicos, quer estéticos. Pretende-se que o aluno aprenda a trabalhar com a sua máquina em modo manual adotando os parâmetros que entender por melhores em cada momento, nomeadamente trabalhar nos diferentes modos da máquina, controlar a luz, o ISO e o WB. A componente estética é baseada na visualização e discussão de exemplos, que incluem história da arte, da fotografia e ainda trabalhos de diversos fotógrafos, criando hábitos de reflexão sobre a leitura de uma imagem, distinguindo entre gosto pessoal e qualidade de uma obra.

As aulas decorrem às segundas e quartas feiras das 19.30 às 21.30 h. Mais informações em https://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/formacao/curso-de-iniciacao-a-fotografia/

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História da Fotografia

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No final deste mês de maio e durante boa parte de junho (dias 31 de maio e 7, 14 e 21 de junho), a APAF irá realizar um Curso de História da Fotografia, às sextas feiras entre as 19.30 e as 22 horas. Essencial para quem quer desenvolver projetos fotográficos ou para quem quer compreender os diferentes movimentos estéticos surgidos nos séculos XIX e XX ou compreender a fotografia que se faz hoje. Mais informações em https://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/formacao/3245-2/

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ARCO Lisboa

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Terminou ontem a ARCO Lisboa com um balanço positivo que, segundo números provisórios, atraiu mais 11 000 visitantes. Estiveram presentes 71 galerias e por lá circulou além do público em geral, inúmeros artistas, colecionadores e curadores, fazendo da feira não apenas um local de apresentação de artistas e trabalhos, mas também um ponto de encontro e de trabalho do meio artístico.

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Curso de Fotografia – Lisboa

Captura de tela 2018-10-23 às 17.41.36

Fazer um Curso de Fotografia é um momento repleto de emoções: de reflexão, porque nos obriga a pensar nas imagens que vemos e no porquê de serem boas ou más, de raciocínio porque nos obriga a associar ideias, a ter noção de como funcionam e onde se localizam os comandos de uma máquina, de expressividade porque pela imagem expressamos pensamentos e emoções, mensagens e conteúdos, e também de construção de nós próprios, obrigando-nos a saber transmitir uma ideia e pensar porque gostamos mais de retrato ou de paisagem, obrigando-nos a ter respeito pelos outros quando os fotografamos, ou de simplesmente compreender a arquitetura de um espaço ou a beleza de uma obra de arte. Um Curso de Fotografia é tudo isto e muito mais: saber medir a luz, escolher o ISO e o WB certos, enquadrar com precisão, entre outros aspetos. A partir do próximo dia 27 de maio, às segundas e quartas feiras entre as 19.30 e as 21.30 h vamos dar início a um novo Curso. Venha fazer fotografia! Ver aqui.

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ARCO Lisboa, até domingo

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Inaugurou ontem a quarta edição da ARCO Lisboa, que este ano tem África como elemento de destaque. Até domingo são 73 galerias de 17 países que na Cordoaria Nacional, em Lisboa, apresentam alguns dos seus artistas de maior destaque. A feira está organizada em três áreas: o Programa Geral, os espaços Opening, destinados a galerias mais jovens, e os Projetos. De África vêm galerias de Moçambique, Angola, Uganda e África do Sul. Note-se ainda que o programa da feira inclui também um conjunto de exposições em galerias e instituições culturais lisboetas.

Na fotografia predominam os grandes formatos com trabalhos de artistas com uma carreira sólida. João Tabarra, Mário Macilau, Ângela Ferreira, André Cepeda, João Penalva ou Heitor Cortesão são alguns dos artistas nacionais presentes e em que vale a pena reparar.

A feira inclui ainda uma secção referente a projetos editoriais, quer nacionais, quer internacionais, reunindo 40 editoras, e que é de destacar pela persistência e dedicação de muitas editoras de fotografia, num meio editorial que não é fácil. Do programa fazem ainda parte conferências e debates com particular interesse.

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Bienal de Fotografia do Porto

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“Adaptação e Transição” é o tema da primeira Bienal de Fotografia do Porto, promovida pela plataforma Ci.CLO e que até 2 de julho leva ao Porto um conjunto de exposições, workshops e debates importantes para o meio fotográfico. Daí também decorre o papel e a responsabilidade dos artistas para a “regeneração social e ambiental, através da prática artística”. Arte, responsabilidade e intervenção cívica unem-se pela mão da plataforma Ci.CLO, uma estrutura independente de pesquisa e criação na área da fotografia, mas que não se confina a esta, já que estabelece também pontes com outras disciplinas artísticas.

Olhando para o programa há uma preocupação em apresentar artistas emergentes a par de outros já com um percurso solidificado, num total de 53 artistas, apresentados em 14 espaços da cidade: Jardins do Palácio de Cristal, Reitoria da Universidade do Porto, Paços do Concelho da Câmara Municipal do Porto, Mira Fórum, Palacete de Belomonte, Centro Português de Fotografia, Museu da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, entre outros. Após a Bienal no Porto é intenção da organização que alguns trabalhos se tornem itinerantes.

Do programa destacamos, entre outras exposições, Future Scenarios de Lena Dobrowolka e Teo Ormond-Skeaping, que aborda a vulnerabilidade e a responsabilidade pelas alterações climáticas e que é apresentado na Reitoria da Universidade do Porto ou Stories on Earthly Survival, presente no Centro Português de Fotografia. Uma referência também para as múltiplas oficinas e visitas guiadas que fazem parte desta Bienal. O programa pode ser visto aqui.

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História da Fotografia

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Cunha de Moraes, Chegada de colonos madeirenses a Angola, séc. XIX

No final deste mês de maio e durante boa parte de junho, a APAF irá realizar um Curso de História da Fotografia, às sextas feiras entre as 19.30 e as 22 horas. Essencial para quem quer desenvolver projetos fotográficos ou para quem quer compreender os diferentes movimentos estéticos surgidos nos séculos XIX e XX ou compreender a fotografia que se faz hoje. Mais informações em https://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/formacao/3245-2/

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Em Algés

Captura de tela 2019-05-15 às 15.40.38

Quinta feira, dia 16, pelas 19.30 h, decorre no Palácio Anjos, em Algés a inauguração e apresentação de uma masterclass com o fotógrafo Mário Cruz e mais seis fotógrafos selecionados para a masterclass. A exposição estará patente entre 17 e 23 sendo uma oportunidade para o público se encontrar e conversar informalmente com os fotógrafos. Esta exposição, denominada de Narrativa, é uma iniciativa do Clique 2.0 – falar, ver e fazer fotografia, atividade da Agenda Cultural da Câmara Municipal de Oeiras e visa motivar autores para tratarem de temas contemporâneos, criando documentos que estimulem outros autores visuais.

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ARCO Lisboa

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Abre ao público amanhã e prolonga-se até domingo a ARCo Lisboa. Registando a presença de 71 galerias de 17 países galerias nela representada a ARCO é uma das mais importantes manifestações de arte que passam por Lisboa, importante no caso particular da fotografia para estar a par com os géneros artísticos que são comercializados neste meio ou com a produção de muitos artistas que usam a imagem como expressão. Quinta, sexta e sábado a feira pode ser visitada entre as 12 e as 21 horas, e no domingo entre as 12 e as 18 horas.

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Em Serralves

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No próximo dia 20, segunda feira, decorre na Fundação de Serralves, no Porto, uma conversa com a artista Joana Vasconcelos, o psicoterapeuta Alain Grouette e o professor catedrático Bernardo Pinto de Almeida. Esta conversa, que começa às 18.30 h e que se insere no programa “Um Olhar para a Arte Contemporânea” enfoca temas essenciais à arte realizada nos nossos dias em relação com as exposições patentes em Serralves.

 

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No Centro Português de Fotografia, no Porto

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Amanhã, quinta feira, inauguram no Centro Português de Fotografia, no Porto, duas novas exposições que se manterão patentes ao público até 30 de junho. Assim, integradas na Bienal de Fotografia do Porto, podemos ver Stories on Eartly Survival, uma coletiva onde podemos ver imagens de Mandy Barker e com curadoria de Krzysztof Candrowicz. Também no CPF inaugura a coletiva Sixth Nature com curadoria de Diogo Bento.

 

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Tiago Casanova em Cascais

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Tiago Casanova, Destruir / Perder / Extinguir, 2012
Javea 1977, 2012
Projeção de filme Super 8, transferido para vídeo, c. 30h, 7 bobinas, numeradas de 1 a 10 (números 3, 4 e 6 desaparecidos)
Instalação: dimensões variáveis

Inaugura amanhã, pelas 18.30 h, no Centro Cultural de Cascais, Teste à capacidade Mnemónica da Fotografia, de Tiago Casanova (Madeira, 1988). Diz-nos o autor que “a imagem fotográfica, desde a sua descoberta, tem sido sempre um suporte utilizado para a gravação e documentação de memórias pessoais e de família, mas num momento em que todos nós temos acesso facilitado a uma máquina fotográfica, produzindo diariamente centenas senão milhares de imagens do nosso dia-a-dia, interessou-me entender o processo mnemónico da visualização da imagem fotográfica assim como a nossa relação com todas estas memórias armazenadas.

Interessa-me entender, como disse Emília Tavares, o papel e o valor do corpus de imagens que no seu estado material permanecem em negativo e num estado de hibernação do visível. Importa perceber se as imagens esquecidas nos nossos arquivos, incluindo as imagens estragadas, têm valor nessa tal função documental da fotografia, e por conseguinte, se têm interesse para a construção da nossa identidade“.

O projeto apresentado é baseado na utilização de três suportes analógicos diferentes: fotografia de película (Médio Formato); fotografia instantânea (Polaroid) e vídeo (Projecção Video 8 mm), com o intuito de explorar os três modos com os quais nos podemos relacionar com Memória / Arquivo: o Destruir; o Encontrar; e o Construir.

Captura de tela 2019-05-15 às 14.25.34

Tiago Casanova, Construir / Preservar / Proteger, 2012
Diário de viagem / Fotografia instantânea, 2012
Polaroides
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No Palácio Anjos, em Algés, Narrativa 18/19

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Grupo de fotógrafos da exposição Narrativa 18/19

Quinta feira, dia 16, pelas 19.30 h, decorre no Palácio Anjos, em Algés uma sessão especial, com a presença de Mário Cruz e dos seis fotógrafos participantes na masterclass Narrativa, que apresentam os seus trabalhos e conversam com o público, no que será a inauguração da exposição Narrativa 18/19, patente de 17 a 23 de Maio. A iniciativa é do Clique 2.0 – falar, ver e fazer fotografia, atividade da Agenda Cultural da Câmara Municipal de Oeiras.

A exposição Narrativa 18/19 mostra o trabalho dos seis autores selecionados para a primeira edição desta masterclass – Diana Tinoco, Inês Subtil, Gonçalo Fonseca, Ricardo Lopes, Rodrigo Antunes e Sebastião Almeida. Criada pelo fotógrafo Mário Cruz, esta masterclass pretende ser um espaço de debate e criação de diálogo e expressão sobre temas contemporâneos.

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Curso de Fotografia – nível iniciação

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A partir do final deste mês de maio a APAF vai realizar um novo Curso de Iniciação à Fotografia. Este Curso é destinado a todos quantos querem começar a aprender fotografia desde a matéria mais básica, como enquadramentos, medição de luz ou manuseamento da máquina, pretendendo no final deixar uma informação sólida sobre fotografia, quer em termos técnicos, quer estéticos. Pretende-se que o aluno aprenda a trabalhar com a sua máquina em modo manual adotando os parâmetros que entender por melhores em cada momento, nomeadamente trabalhar nos diferentes modos da máquina, controlar a luz, o ISO e o WB. A componente estética é baseada na visualização e discussão de exemplos, que incluem história da arte, da fotografia e ainda trabalhos de diversos fotógrafos, criando hábitos de reflexão sobre a leitura de uma imagem, distinguindo entre gosto pessoal e qualidade de uma obra.

As aulas decorrem às segundas e quartas feiras das 19.30 às 21.30 h. Mais informações em https://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/formacao/curso-de-iniciacao-a-fotografia/

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Curso de Fotografia para jovens

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Estão abertas as inscrições para o Curso de Fotografia para jovens dos 12 aos 16 anos. Estes cursos, que decorrem em junho e julho, têm a duração de uma semana e pretendem olhar para a fotografia num misto de técnica, de educação do olhar e onde não falta também uma componente lúdica.

Que tal aprender a mexer numa máquina fotográfica? Que tal fotografar outras pessoas sabendo que a luz faz toda a diferença numa fotografia? E como devo fotografar aquelas férias com a família? O que se deve fazer (ou não fazer) quando se pretende colocar as fotos nas redes sociais? – são também algumas das questões levantadas neste curso.

Mais informações aqui.

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Instanta – concurso de Fotografia

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De 15 de maio a 15 de junho são aceites trabalhos para o Concurso de Fotografia promovido pela Instanta. Os trabalhos podem ser entregues em qualquer uma das Lojas Instanta. O Regulamento pode ser visto em: http://bit.ly/CFI_19

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Open Call

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Até 3 de junho a Galeria ph21 convida fotógrafos a submeter o seu trabalho para uma exposição individual no novo espaço de exposição da galeria ph21, a sala de projetos da galeria. Pede-se um portfólio coerente e uma curta biografia. O Portfólio deve consistir de pelo menos 15 e no máximo 35 imagens. A submissão pode incluir uma ou duas séries, desde que as duas séries sejam adequadas para uma apresentação conjunta numa  única exposição. Mais informações em https://www.ph21gallery.com/cfe-solo-exhibition-july19

 

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Em Chaves

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Helena Almeida

Organizada pela Fundação de Serralves e pela Câmara Municipal de Chaves estará patente ao público até 20 de outubro a exposição Helena Almeida – habitar a obra: na Coleção de Serralves, apresentada no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves.

O percurso de Helena Almeida, recentemente falecida, confunde-se com a história da Fundação de Serralves. Foi uma das primeiras artistas portuguesas a ter uma grande exposição na Casa de Serralves, ainda antes da abertura do edifício do Museu; é uma das artistas melhor representadas na Coleção de Serralves e, além de frequentemente exposta em exposições coletivas, viu ser-lhe organizada por Serralves, em 2015, uma grande exposição retrospetiva, A Minha Obra é o Meu Corpo, O Meu Corpo é a Minha Obra, que depois itinerou para o Jeu de Paume, em Paris (2016), para o Wiels, em Bruxelas (2016) e, em 2017 para o IVAM, em Valência.

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Portobello, de Patrícia Almeida, em Faro

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Patrícia Almeida, da série Portobello

Numa iniciativa conjunta da Fundação de Serralves e da Câmara Municipal de Faro inaugura hoje, às 18.30 h, a exposição Portobello, de Patrícia Almeida, um dos nomes de referência da fotografia portuguesa contemporânea.

Portobello, que é apresentada no Teatro das Figuras, em Faro, resultou de várias viagens de Patrícia Almeida ao Algarve em 2006 e 2007, com o objetivo de registar as vivências dos turistas que, durante o período estival, afluem em massa àquela região. Este terá sido o projeto que garantiu a Patrícia Almeida uma maior visibilidade: depois da sua apresentação na Galeria Zé dos Bois (ZDB, Lisboa) em 2008 e, no ano seguinte, na segunda edição do Allgarve, a fotógrafa foi nomeada com esta série fotográfica para o Prémio BesPhoto 2009.

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Instantes decisivos, em Cascais

Captura de tela 2019-05-13 às 15.57.48

No Centro Cultural de Cascais, até 14 de julho, pode ver Instantes decisivos, um conjunto de fotografias icónicas de grandes fotógrafos. Esta é uma daquelas exposições em que temos uma sensação contraditória: por um lado é uma exposição desequilibrada, assumidamente baseada no gosto pessoal de um colecionador, por outro lado estamos perante imagens que fazem parte da história da fotografia. Ali, abrindo a exposição com uma bela prova vintage de Alfred Stieglitz, temos muitos dos melhores fotógrafos do século XX, como Man Ray, Robert Doisneau, Alfred Stieglitz, Cristina Garcia Rodero, Carlos Saura, Elliot Erwit, Alberto Korda, Berenice Abbott ou  Cartier-Bresson. As imagens pertencem à “Colleción Himalaya”, do colecionador Julián Castilla.

Com diferentes formas de apresentação, com diferenças significativas na tiragem das provas e com pouco a uni-las, a não ser serem grandes fotografias no panorama fotográfico, ignorando outros “instantes decisivos” contemporâneos, mesmo do século XX, a visita a esta exposição justifica-se pelo facto de as “vermos ao vivo” em vez de as encontrarmos na internet ou nas páginas de um livro. O que significa que a seleção e curadoria poderia ter seguido outros critérios, se calhar tão válidos quanto estes, mas que sublinhassem as virtualidades das obras e do conjunto. Poderá, no entanto, ser uma exposição pedagógica se devidamente enquadrada em termos de visitas guiadas. Isto porque tanto podemos estar em frente a uma produção picturalista como nos depararmo-nos com uma imagem influenciada pelo surrealismo e será preciso enquadrá-las em termos de História de Arte e de História da Fotografia. Especial referência para o lado documental da fotografia de Augustin Centelles, um fotógrafo menos conhecido, cujas imagens da Guerra Civil espanhola se impõem pela sua importância histórica e fotográfica.

Com um texto no desdobrável algo frágil, não deixamos de achar útil a visita a esta exposição, mas longe das exposições de excelência que a Fundação D. Luís nos habituou. António Lopes

 

 

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Bolsas para fotógrafos emergentes

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Decorre até 3 de junho a open call da Fundação Lucie que oferece quatro bolsas em dinheiro para apoiar o trabalho de fotógrafos emergentes e estabelecidos em 2019. Para ver aqui.

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Curso de Fotografia – 27 de maio

Captura de tela 2018-10-23 às 17.41.36

A partir do final deste mês de maio a APAF vai realizar um novo Curso de Iniciação à Fotografia. Este Curso é destinado a todos quantos querem começar a aprender fotografia desde a matéria mais básica, como enquadramentos, medição de luz ou manuseamento da máquina, pretendendo no final deixar uma informação sólida sobre fotografia, quer em termos técnicos, quer estéticos. Pretende-se que o aluno aprenda a trabalhar com a sua máquina em modo manual adotando os parâmetros que entender por melhores em cada momento, nomeadamente trabalhar nos diferentes modos da máquina, controlar a luz, o ISO e o WB. A componente estética é baseada na visualização e discussão de exemplos, que incluem história da arte, da fotografia e ainda trabalhos de diversos fotógrafos, criando hábitos de reflexão sobre a leitura de uma imagem, distinguindo entre gosto pessoal e qualidade de uma obra.

As aulas decorrem às segundas e quartas feiras das 19.30 às 21.30 h. Mais informações em https://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/formacao/curso-de-iniciacao-a-fotografia/

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Em Faro, She looks into me, de Nuno Moreira

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Fotografia Nuno Moreira, da série She looks into me, 2018

Neste sábado, dia 11, inaugura no Museu Municipal de Faro a exposição She looks into me, de Nuno Moreira (Lisboa, 1982). Trata-se de um trabalho conceptual que deu origem a um livro de artista e que se faz acompanhar por uma vídeo-instalação. Esta série fotográfica foi concebida à semelhança do teatro, derivando o título de um poema surrealista de Paul Éulard.

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Aproximar-nos do caos

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Amanhã, dia 11, na Galeria ACERT, em Tondela e pelas 17 horas, inaugura a exposição Aproximar-nos do caos. Entre os autores apresentados estão Ana Botelho, Carlos Dias, Elsa Figueiredo, João Vasco, Leonor Duarte, Mário Azevedo, Raul Salas, Sofia Pereira Santos, João Paulo Barrinha, Paula Roush, Ana João Romana e Ludmila Queiróz. A exposiçãoo estará patente ao público até 29 de junho.

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Residência Artística Lisboa-Budapeste

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Ana Catarina Fragoso e Francisca Sousa são as vencedoras da edição de 2019 da Residência Artística Lisboa-Budapeste. Promovido pela Câmara Municipal de Lisboa, este programa de intercâmbio artístico realiza-se anualmente ao abrigo do Acordo de Geminação celebrado entre as duas cidades, sendo selecionados dois artistas para duas residências artísticas na capital húngara.

O júri nesta edição de 2019 considerou que as propostas das vencedoras são as que melhor se enquadram na lógica de criação artística contemporânea que se pretende privilegiar neste programa, destacando o mérito do trabalho desenvolvido ao longo da carreira artística das candidatas, bem como o potencial de desenvolvimento e aprofundamento em Budapeste.

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Novo Banco Revelação – jovem fotografia em Portugal

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Até 30 de junho estão abertas as candidaturas ao Novo Banco Revelação – jovem fotografia em Portugal, iniciativa conjunta do Novo Banco e da Fundação de Serralves, que distingue jovens criadores no campo da fotografia contemporânea. Um júri internacional, de composição diferente em todas as edições, selecionará até quatro projetos finalistas e elegerá de entre estes o grande vencedor. Todos os artistas selecionados recebem uma bolsa de produção no valor de 4.500 euros para a concretização dos projetos.

A exposição coletiva que reúne os projetos selecionados e do grande vencedor, terá lugar no Museu de Serralves e inaugurará durante o ultimo trimestre de 2019, em data a anunciar. A idade limite para a participação é de 30 anos, devendo os candidatos apresentar um portfólio, uma memória descritiva do projeto e uma apresentação do projeto em power-point, tudo acompanhado de uma ficha técnica definida pela organização.

O Regulamento pode ser consultado aqui e a ficha de inscrição poderá ser descarregada aqui.

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Curso de Fotografia – 27 de maio

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Fazer um Curso de Fotografia é um momento repleto de emoções: de reflexão, porque nos obriga a pensar nas imagens que vemos e no porquê de serem boas ou más, de raciocínio porque nos obriga a associar ideias, a ter noção de como funcionam e onde se localizam os comandos de uma máquina, de expressividade porque pela imagem expressamos pensamentos e emoções, mensagens e conteúdos, e também de construção de nós próprios, obrigando-nos a saber transmitir uma ideia e pensar porque gostamos mais de retrato ou de paisagem, obrigando-nos a ter respeito pelos outros quando os fotografamos, ou de simplesmente compreender a arquitetura de um espaço ou a beleza de uma obra de arte. Um Curso de Fotografia é tudo isto e muito mais: saber medir a luz, escolher o ISO e o WB certos, enquadrar com precisão, entre outros aspetos. A partir do próximo dia 27 de maio, às segundas e quartas feiras entre as 19.30 e as 21.30 h vamos dar início a um novo Curso. Venha fazer fotografia! Ver aqui.

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Curso de fotografia para jovens

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Estão abertas as inscrições para os cursos de fotografia para jovens que ocorrem entre 21 de junho e 19 de julho. A orientação destes cursos visa uma conjugação entre a aprendizagem estética e técnica da fotografia com uma componente lúdica. Juntam-se ainda um conjunto de conselhos sobre a forma de compreender a luz, sobre o que se deve fazer (ou não fazer) quando se pretende colocar as fotografias nas redes sociais ou como fotografar as férias com a família. Mais informações aqui.

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Fotografia Colonial

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Um interessante artigo publicado no site da CNN sobre fotografia colonial, os seus caminhos em função da época, da moral vigente ou de questões culturais. Para ler aqui.

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Inscrições para os cursos de fotografia

Captura de tela 2018-03-26 às 17.49.49

A partir de dia 16, inclusivé, a APAF abre as inscrições para os Cursos de Fotografia Avançado e Profissional, que se realizam a partir de setembro. Face aos vários pedidos em carteira a APAF decidiu este ano antecipar em 15 dias o período de inscrições. Entretanto, estão já abertas as inscrições para o Curso de Iniciação, a realizar a partir de 27 deste mês.

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IndieLisboa

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Aí está o IndieLisboa com dezenas de filmes a não perder. Não só para os apaixonados do cinema, mas para todos os que gostam de imagem e por extensão de fotografia. No Cinema São Jorge, na Culturgest, no Cinema Ideal ou na Cinemateca vale a pena olhar para o programa e escolher. Até 12 de maio. Mais informações aqui.

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Curso de Fotografia

Captura de tela 2018-03-26 às 17.49.49

Teve início ontem um novo Curso de Iniciação à Fotografia ministrado pela APAF. O Curso esgotou antes do tempo o que nos levou a abrir inscrições já para o próximo curso, para o qual já há inscrições. O novo curso terá início a 27 de maio e ocorrerá às segundas e quartas feiras entre as 19.30 e as 21.30 h.  Matérias como o trabalho nos diferentes modos da máquina, o controle da luz, ISO e WB ou composição e enquadramentos fazem parte deste curso, com cerca de mês e meio e aulas. Mais informações em https://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/formacao/curso-de-iniciacao-a-fotografia/

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Living among what’s left behind, de Mário Cruz

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Fotografia Mário Cruz

Em Algés o fotógrafo Mário Cruz (Lisboa, 1987) apresenta Living among what’s left behind, um conjunto de quarenta imagens que, mais do que uma exposição de fotografia, é um grito de alerta e um apelo urgente à ação em favor do planeta e um apelo a uma reflexão sobre a sociedade extremamente desigual que construímos. É uma exposição que claramente não nos pretende apresentar “bonitas” fotografias, mas antes obrigar-nos a pensar até quando o nosso planeta aguentará o lixo que produzimos. Ainda assim as imagens impõem-se e fazem-nos olhar para elas demoradamente, seja pelas opções de escala, onde a sua presença se impõe como janelas para a realidade que temos em frente aos nossos olhos, seja pelas opções estéticas, com negros muito densos, que nos obrigam a olhar mais demoradamente para a imagem que contemplamos e que nos conduzem a uma sensação de ambiente pesado, soturno e triste. A opção da colagem, nem sempre compreensível para o público, afigura-se-nos coerente com a ideia do descartável e do uso efémero, com as visíveis rugas e rasgões. São, pode-se dizer, imagens cruas, que traduzem pessimismo e até um certo desespero e conformismo com a realidade. Na verdade este olhar é indissociável do caos da vida diária em Manila ou do facto do rio Pasig, sujeito omnipresente, ter sido declarado biologicamente morto na década de 1990.

A imagem ícone desta exposição é a da criança deitada sobre um colchão no meio do lixo. Pode ser vista a nível obrigando-nos a caminhar junto ao lixo, ou de cima para baixo, a partir do varandim existente. Esta última opção é muito mais forte, já que obtemos o mesmo ponto de vista do fotografo e leva-nos a abarcar com a vista o mar de lixo que temos em baixo. É uma montagem forte e coerente com a mensagem que se pretende transmitir.

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Fotografia Mário Cruz

Mas não é só o ambiente que aqui é questionado. Quando o fotógrafo faz claramente opções em matéria de distância focal ou de pontos de vista está claramente a exercer um sentido crítico em matéria social. As imagens presentes no primeiro andar são um bom exemplo disto, onde naturalmente questionamos as condições de vida na Manila que Mário Cruz fotografou. O texto de apresentação é bem elucidativo ao poder ler-se que “o rio Pasig, em Manila, é o reflexo de uma sociedade engolida por um círculo vicioso de poluição e as suas águas escondem-se debaixo das toneladas de lixo ali acumuladas. Este lixo é depois usado como moeda de troca para quem vê na venda de desperdícios, uma oportunidade para conseguir comprar comida. A subsistência destas comunidades depende do lixo e o seu desperdício gera mais desperdício. A poluição multiplica-se e o aumento da degradação das condições em que vivem os habitantes das margens do rio Pasig perpetua uma realidade insustentável”. Porque a fotografia deve ser útil enquanto instrumento de expressão e para refletirmos sobre a forma como vivemos em sociedade, faz todo o sentido a ideia geral deste projeto. Para bem de todos nós, enquanto ainda vamos a tempo!

Referência especial para o livro, com cerca de 70 imagens e onde a sua capa sublinha a ideia de objeto e reforça a mensagem presente na exposição. A capa do livro, cada uma criada individualmente à mão, foi produzida através do processamento de resíduos industriais e desperdícios de uso doméstico. A equipa editorial da Nomad e o Estúdio Degrau tiveram um papel preponderante na produção e realização da exposição e do livro, o que é de salientar, já que as abordagens feitas ultrapassam em muito as preocupações que normalmente cabem aos fotógrafos em realizações deste género. No geral, trata-se de uma produção refletida e cara. A ter em contra quando visitamos a exposição ou folheamos o livro.

Quando saímos da exposição ficamos só na dúvida (saudável) se o centro das atenções tende mais para o ambiente ou para as pessoas. Se calhar nem o fotografo resolveu esse dilema e isso, entre outras razões, é um dos motivos pelos quais vale a pena visitar esta exposição. Até 26 de maio, no Palácio Anjos, em Algés, de terça a sexta das 10 às 18 horas e aos sábados e domingos das 12 às 18 horas. António Lopes

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A fotografia amadora brasileira nas décadas de 1950 e 1960

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Um interessante artigo sobre a fotografia amadora brasileira, da autoria de Lucas de Menezes, permite-nos compreender alguns aspetos da fotografia brasileira dos anos cinquenta e sessenta do século XX e, naturalmente, estabelecer comparações com a fotografia portuguesa. Predominavam os Salões e Concursos, mas estabeleciam-se pontes com movimentos estéticos mais ou menos atualizados com a literatura, a pintura, as artes plásticas, e naturalmente com o trabalho de outros fotógrafos fora destas opções estéticas. Para ler aqui.

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Leonel de Castro venceu o Pªrémio Estação Imagem

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Fotografia Leonel de Castro, do projeto Almas

O fotojornalista Leonel de Castro, da agência Global Imagens,  venceu o Prémio Estação Imagem 2019 com o trabalho Almas. Obteve ainda o Prémio Fotografia do Ano com Mulher Berber.

Foi no passado sábado, em Coimbra, que foram anunciados os premiados sendo destacada a sua “busca pela verdade” e a intimidade das suas imagens no projeto levado a concurso por Leonel de Castro. Na base do projeto fotográfico Almas estão pessoas que abdicaram de carreiras profissionais e que com sacrifício pessoal cuidam a tempo inteiro de doentes ou pessoas com limitações fisícas e psicológicas.

Outros trabalhos premiados foram Esperança e Crença de Gonçalo Lobo Pinheiro, com uma menção honrosa, e Transfer, de Óscar Corral, igualmente menção honrosa e que aborda a questão dos migrantes que chegam à Europa. Por sua vez, o Prémio Europa foi para o trabalho Romeiros de Rui Oliveira, uma reportagem sobre os romeiros da ilha de S. Miguel. Mário Cruz, que neste momento tem uma exposição em Algés, foi premiado na categoria Ambiente, com Viver entre o que é deixado para trás, que aborda a poluição e a sobre-povoação em Manila. Por seu turno, João Porfírio, venceu a categoria de Notícias com A imagem do terror sem som, uma reportagem tendo como tema os incêndios que devastaram a serra de Monchique. Otávio Passos venceu em Arte e Espetáculos com É uma questão de Fé e Desporto com Canhão da Nazaré. Refira-se que nesta categoria Eduardo Leal com Dentro do Ringue mereceu uma menção honrosa. Volta ao Mundo de uma Família Açoriana foi a vencedora da categoria Vida Quotidiana, uma reportagem de Arlindo Camacho, feita em Janeiro de 2018 em torno da viagem de circum-navegação à vela de uma família dos Açores. Por último, na secção de Retrato, Ricardo Lopes venceu com  Torre – viver na escuridão, uma reportagem sobre o bairro da Torre e Tono Arias obteve uma menção honrosa com Encarnados.

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