Cursos de fotografia – março

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Fazer um Curso de Fotografia é um momento repleto de emoções: de reflexão, porque nos obriga a pensar nas imagens que vemos e no porquê de serem boas ou más, de raciocínio porque nos obriga a associar ideias, a ter noção de como funcionam e onde se localizam os comandos de uma máquina, de expressividade porque pela imagem expressamos pensamentos e emoções, mensagens e conteúdos, e também de construção de nós próprios, obrigando-nos a saber transmitir uma ideia e pensar porque gostamos mais de retrato ou de paisagem, obrigando-nos a ter respeito pelos outros quando os fotografamos, ou de simplesmente compreender a arquitetura de um espaço ou a beleza de uma obra de arte. Um Curso de Fotografia é tudo isto e muito mais: saber medir a luz, escolher o ISO e o WB certos, enquadrar com precisao, entre outros aspetos. A partir dos próximos dias 6 de março (diurna) e 13 (pós-laboral) vamos dar início a duas novas ações de formação. Venha fazer fotografia! Ver aqui.

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Karl Lagerfeld

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Arte é algo de indefinível dizia Karl Lagerfeld. Morreu um dos grandes ícones da moda, mas o que talvez poucos saibam é que Lagerfeld era um erudito em fotografia, conhecedor do mundo da arte em geral. Sugerimos uma visita ao canal Arte aqui.

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Hermano Noronha

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Fotografia Hermano Noronha, Chamusca, 2019

Há imagens e espaços que nos ficam na memória, que nos levam a refletir sobre o trabalho dos fotógrafos. Partilhamos aqui uma dessas imagens, da autoria de Hermano Noronha, um fotógrafo que há anos nos vem habituando a uma imagem documental cheia de emoção e beleza, com um olhar moderno e entusiasmante e que a propósito está neste momento a preparar um novo livro.

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O fotógrafo voador

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Fotografia Fernando Guerra, Zaha Hadid, Galaxy Soho, Beijing, China

Chama-se O Fotógrafo Voador e é um filme de Sara Nunes, como realizadora, tendo por tema o trabalho do fotógrafo Fernando Guerra. A realizadora acompanhou Fernando Guerra durante 1 ano, vindo o filme a estrear no Arquiteturas Film Festival, que ocorrerá no Cinema S. Jorge, em Lisboa, de 4 a 9 de junho. As fotografias de Fernando Guerra são conhecidas sendo considerado um dos melhores fotógrafos de arquitetura do mundo. Este filme é uma oportunidade de conhecer o seu processo criativo e as suas imagens.Pode já ver o trailler do filme aqui.

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Expofoto 2019

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De 22 a 26 de fevereiro, no Porto, na Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, decorre a Expofoto 2019, organizada pela Associação Portuguesa dos Profissionais da Imagem. Apresentação de equipamentos, palestras e workshops são algumas das iniciativas que fazem parte do programa onde a fotografia e o vídeo são os pontos de destaque.

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Em Avintes

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Até dia 3 de março decorre o festival de fotografia iNstantes – Festival Internacional de Fotografia de Avintes. Esta edição conta com 26 exposições de fotógrafos de 11 países para além de conferências e lançamentos de livros. Na edição deste ano merece destaque o trabalho do fotógrafo franco-haitiano Gérald Bloncourt, com imagens que constituem um conjunto de grande importância para a história portuguesa do século XX, nomeadamente sobre a história da emigração portuguesa para França. Recorde-se que durante as Comemorações do 10 de Junho em 2016, realizadas em Paris, Gérald Bloncourt foi distinguido com a ordem de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

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Em Arraiolos

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Fotografia Susana Paiva

Em Arraiolos, no próximo mês de março, decorrerá o Projeto Habitar – programa de residências artísticas para fotógrafos. A iniciativa é da A Córtex Frontal – artist residency e acolherá uma residência de Fotografia, coordenada por Susana Paiva, onde os residentes serão acompanhados pela fotógrafa em sessões de grupo e sessões personalizadas a fim de serem orientados no desenvolvimento dos seus projetos.

Em paralelo organizar-se-ão: masterclasses a projeção dum ciclo de cinema e a criação dum seminário e ação performativa por Susana Paiva, cuja estreia está marcada para Agosto no âmbito do Festival Citemor 2019. Destaque ainda para as masterclasses com Nuno Félix da Costa, Rosa Reis, Pedro Lobo e Rui Diogo Castela, entre outros.

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Cursos de Fotografia

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A APAF vai realizar no próximo mês de março dois Cursos de Iniciação à Fotografia, um no horário diurno (no período da manhã) e outro em horário pós-laboral. Este curso é destinado a todos quantos querem começar a aprender fotografia desde a matéria mais básica, como enquadramentos, medição de luz ou manuseamento da máquina, pretendendo no final deixar uma informação sólida sobre fotografia, quer em termos técnicos, quer estéticos. Pretende-se que o aluno aprenda a trabalhar com a sua máquina em modo manual adotando os parâmetros que entender por melhores em cada momento. A componente estética é baseada na visualização e discussão de exemplos, que incluem história da arte, da fotografia e ainda trabalhos de diversos fotógrafos, criando hábitos de reflexão sobre a leitura de uma imagem, distinguindo entre gosto pessoal e qualidade de uma obra. Mais informações aqui

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Prémio Transversalidades 2019 – abertas as candidaturas

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Até 30 de abril decorre o período de candidaturas ao Prémio Transversalidades 2019. Promovido pelo Centro de Estudos Ibéricos pretende divulgar e valorizar os territórios de baixa densidade populacional, particularmente os mais periféricos e de fronteira, aproveitando o valor estético, documental e pedagógico da imagem.

Os temas a concurso são “Património natural, paisagens e biodiversidade”, “Espaços rurais, agricultura e povoamento”, “Cidade e processos de urbanização” e “Cultura e sociedade”.

Cada candidatura apenas pode apresentar um portfólio de seis imagens originais, apresentadas em formato digital, sendo o prazo limite para a apresentação de candidaturas o dia 30 de abril. O regulamento pode ser consultado aqui.

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Serralves no Norte Shopping

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Fotografia Fundação de Serralves

No Porto, Serralves mostra-se ao público abrindo no piso 0 do Norte Shopping uma pop-up store onde se podem encontrar algumas prendas inspiradas no seu património artístico e publicações, assim como adquirir bilhetes de acesso ao Museu. Ali se podem descobrir peças de autor de Siza Vieira, Eduardo Souto Moura ou Zaha Hadid. Vale a pena visitar. 

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Ray Collins

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Fotografia Ray Collins

O jornal Observador publicou uma entrevista com o fotografo australiano Ray Collins acerca do seu trabalho e a propósito da sua passagem pela Nazaré. A sua especialização em fotografia de ondas ao longo dos últimos doze anos, faz-nos olhar para o mar com um misto de admiração pela beleza do movimento, de temor pela força presente e de surpresa por aqueles momentos únicos que não se repetem. É o próprio fotógrafo quem afirma que “há tantos momentos que não se vão voltar a repetir”, em imagens de mar fortes, mas “extremamente delicadas”, e de onde não estão ausentes as preocupações ambientais.

Pode ler a entrevista aqui e ver o seu portfólio em https://raycollinsphoto.com/collections/store

 

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As grandes viagens também acontecem nos livros

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No próximo dia 1, entre as 19 e as 21 horas, no BUS – Paragem Cultural, em Lisboa, por iniciativa do MEF – Movimento de Expressão Fotográfica, alguns fotógrafos vão apresentar o seu trabalho fotográfico realizado no Vietname e Cambodja, numa mesa redonda onde convivem imagens e pequenas histórias da sua aventura em viagem. Apresentam-se imagens de Tânia Araújo, Luís Rocha, Sérgio Mouços, Rui Miguel Santos, Pedro Nunes, Nélson Silva, Margarida Louro, Manuela Marques, Ana França, Andrea Sampaio,  Francisco Morais e Manuel Raposo.

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Sem Identificação, de Gilberto Perin

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Fotografia Margarida Neves

A Pequena Galeria, em Lisboa, expõe ao público até 23 de Fevereiro próximo, o projecto fotográfico Sem Identificação de Gilberto Perin (Guaporé, Rio Grande do Sul, Brasil, 1954), com curadoria a cargo de Luís Pereira.

Corpos sem cabeça é a definição imediata e óbvia com que caracterizamos este conjunto de imagens do fotógrafo e artista visual brasileiro, Gilberto Perin, num primeiro olhar e como que a encaminharmo-nos para um aparente universo infantil, uma inocente brincadeira de crianças. Perin regista múltiplas poses de corpos humanos nus, indo buscar inspiração a figuras representadas em conhecidas obras de arte ou valendo-se da espontaneidade do modelo, revelada no momento da sessão fotográfica. A linha condutora, inerente à série de imagens produzida, tem como base a ocultação da cabeça através da escolha do enquadramento apropriado para esse fim.

Com efeito, a ausência deste elemento do nosso corpo e, em particular, a falta do olhar como ponto de referência de uma pessoa, é um ponto fulcral causando-nos uma certa estranheza e, citando o fotógrafo, “passa a significar uma identidade perdida, levando-se em conta que a cabeça é o centro de tudo: das emoções até à decisão da nossa vida ou morte”. A nudez sugere-nos uma intimidade, uma proximidade apenas ilusória, face ao desconhecimento que sentimos perante o sujeito, ignorando a sua individualidade e os seus pensamentos.

A dissimulação da cabeça pode denunciar, de igual modo, uma desorientação, um comportamento aberrante, algo que frequentemente designamos como “estar de cabeça perdida”. Partindo desta ideia, Perin leva mais longe o conceito do seu trabalho ao fazer, de uma forma irónica e introspectiva, uma crítica ao momento actual, questionando-nos “que indivíduos somos nesta sociedade, que têm impulsos tão primitivos a ponto de anular a identidade do outro”, porventura, enfatizando o comportamento de massas em detrimento da nossa singularidade, impondo ideias e juízos de valor aos que nos rodeiam.

Os corpos escolhidos pelo fotógrafo não pretendem seguir um determinado cânone de beleza nem género, sendo mostrados sem qualquer artifício ou acessório e em geral no singular ou, em alguns casos, aos pares. Um cenário minimalista, em estúdio e a opção pelo preto e branco fazem parte da abordagem do artista.

O efeito da luz incidindo nos corpos escultóricos de Perin traz-nos inevitavelmente à memória Robert Mapplethorpe e a forma perfeita que perseguia. Por outro lado, a tensão e a sugestão do movimento captadas em alguns registos remetem-nos para as esculturas gregas da Antiguidade, onde esse efeito era já aí explorado pelos artistas da época. Nomes díspares tais como sejam Miguel Ângelo, Henry Moore, Edgar Degas ou Tarsila do Amaral são-nos evocados e homenageados pela reinterpretação das suas obras.

Outros apontamentos são aqui passíveis de nota, tal como a expressividade contida que se desprende do posicionamento das mãos dos retratados e que nos faz questionar o que vemos, uma inesperada musicalidade silenciosa que se insinua ao nosso olhar ou, surpreendentemente, o carácter gráfico apresentado pelos corpos que nos são dados a contemplar. Um leque de sentimentos e emoções, passando pela tranquilidade, ansiedade, medo ou amizade, podem aliás, ser identificados de uma maneira algo dúbia mas contrariando a ideia anteriormente expressa e contribuindo para a profundidade e ambivalência do trabalho de Perin.

Um pequeno catálogo acompanha a exposição, além da folha de sala, que embora não sejam bilingues são suficientemente informativos e adequados. O espaço expositivo tem iluminação compatível e permite uma boa leitura do projecto, apresentado com um ritmo cativante, sem dar lugar à monotonia. Sem Identificação destaca-se pela variedade das mensagens visuais que encerra em si e pela capacidade de nos arrebatar ou de nos conduzir à reflexão.

 Recorde-se que A Pequena Galeria se encontra situada na Av. 24 de Julho 4C, com horário de funcionamento de quarta a sábado das 17h00 às 19h30. Margarida Neves

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Manuel António Pina: desimaginar o mundo: descriá-lo

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Neste próximo sábado serão lançados os livros Manuel António Pina: desimaginar o mundo: descriá-lo (fotografia) e Manuel António Pina: dos olhos e das matérias (pintura).
A apresentação dos dois livros contará com as intervenções deCeleste Pereira,  Rita Basílio, Sónia Rafael e Manuela Matos Monteiro e ocorrerá no Mirafórum, no Porto.

 

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Em Torres Vedras

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Inaugura no próximo dia 20 a exposição Charivari, um trabalho de José Eduardo Real sobre o Carnaval de Torres Vedras que está muito para além do documental.

Sem excessivas preocupações com a estrutura formal, a riqueza do trabalho reside na forma como o autor entrou pela noite e foi construindo as imagens com que nos dá uma versão intimista do momento.

Em texto destinado à imprensa, Alice WR, autora do mesmo, refere-nos que “tendo como palco as experiências subjetivas dos foliões, o autor cria, a partir do seu próprio universo simbólico, uma construção visual única. Com recurso ao preto e branco, ao desfoque, à sobreposição de planos ou à densidade do ruído, abre-nos diferentes percursos de leitura, intensos, viscerais e dramáticos, num movimento alternado entre rostos e pormenores, numa procura do sentido que seja a chave das histórias.

É um trabalho silencioso sobre a algazarra, a confusão e a balbúrdia que nos cria a sensação de lá estar e de (também) perder o fôlego.

A fotografia de José Eduardo Real, aqui usada como ferramenta de significação de um acontecimento anual, tem o condão de nos lançar para ambientes, 

simultaneamente públicos e privados, que dão origem a imagens intempestivas e díspares, com uma forte componente humanista”.

A exposição é apresentada no Espaço Câmara Escura, na Cooperativa de Comunicação e Cultura, em Torres Vedras, sendo visitável de terça a sábado das 14.30 às 19.30 horas.

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Problematizar a realidade – encontros entre arte, cinema e filosofia

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Albert Serra, El Senyor ha fet en mi meravelles, 2011. Still de filme. Cortesia de Andergraun Films.

No próximo dia 21, pelas 18.30 horas, no auditório do Gothe-Institut, em Lisboa, e numa parceria entre IFILNOVA (CineLab) / FCSH / UNL, Goethe-Institut Portugal e Maumaus / Lumiar Cité e em colaboração com Apordoc / Doc’s Kingdom, decorre um encontro debate inserido no ciclo Problematizar a realidade – encontros entre arte, cinema e filosofia. No dizer da organização estes encontros entre artistas e investigadores focam-se no momento em que arte, cinema e filosofia se entrelaçam num diálogo produtivo.
O quinto programa agora anunciado apresenta o encontro entre o cineasta Albert Serra e e o filósofo Alexander García Düttmann, acompanhado pela projeção de El Senyor ha fet en mi meravelles (The Lord Worked Wonders in Me, 2011) da autoria do cineasta catalão.

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Galeria S. Mamede

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Fotografia Galeria S. Mamede

A Galeria S. Mamede, em Lisboa, mudou de instalações. Agora está num novo espaço, a 50 metros das suas antigas instalações. Vale a pena visitar, na Rua Maestro Pedro Freitas Branco 11 A/B.

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Memória e Esquecimento

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Em Setúbal as artistas Rosa Nunes e Margarida Lourenço inauguram a sua exposição Memória e Esquecimento no Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal, que estará patente ao público até 16 de março.

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Em Macedo de Cavaleiros

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Imagem Localvisão TV Trás-os-Montes e Alto Douro

Na Biblioteca Municipal de Macedo de Cavaleiros, até 24 de março, está patente a exposição O Ciclo do Pão, do fotógrafo Manuel Falcão Malzbender. É uma exposição documental sobre o fabrico artesanal do pão, nomeadamente o trabalho em si por parte da padeira Maria Luísa Araújo, uma das poucas padeiras que na região de Trás-os-Montes ainda faz o pão de acordo com as antigas práticas do ofício.

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Umbra, de David Gonçalves, em Torres Novas

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Inaugura no próximo dia 16 no Museu Municipal Carlos Reis, em Torres Novas, a exposição Umbra, de David Gonçalves. A exposição estará patente ao público até 14 de abril e é acompanhada de um catálogo. Deste, destacamos a descrição nele contida que descreve o projeto referindo que se trata de “ um conjunto de vinte e três imagens realizadas entre 2016 e 2018, em cidades na Europa: Lisboa, Porto e Braga em Portugal e Berlim, na Alemanha“, acrescentando que ” Umbra reflete a decadência e o abandono, a sombra e a penumbra (do latim umbra), numa “reflexão da situação atual do mundo contemporâneo”, da cidade, das vivências. As pessoas estão presentes na sua ausência; não há rostos, quase não há corpos; a cidade à noite, deserta, ausente, através de diferentes cenários: o matadouro, a estrada iluminada, o muro alto, com escritos que mal se percebem, a cortina do palco fechada esconde a cena, a campa com flores, a mão que segura a arma, o candeeiro que ilumina um vazio degradado…“.

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Esperança, de Bruno Saavedra

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Inaugura amanhã, a partir das 18.30 h, no espaço Misturado que fica na rua José Estevão, n° 45b, em Lisboa, a exposição Esperança, do fotógrafo Bruno Saavedra.

Esperança é um trabalho que tem S. Tomé como tema, mostrando o que foram as grandes roças, os seus edifícios e os espaços dedicados às plantações de cacau e café. É a Esperança de um futuro mostrando que vale a pena apostar nesses espaços e nas pessoas que formam a história de um país.

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Em Avintes decorre o 6º Festival Internacional de Fotografia

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Decorre o iNstantes – Festival Internacional de Fotografia de Avintes. Esta edição, a 6ª, decorre até 3 de março e conta com 26 exposições de fotógrafos de 11 países (Portugal, Espanha, Brasil, Colômbia, França, Suiça, Grécia, Roménia, Haiti, Indonésia e Macau), para além de conferências e lançamentos de livros. Na edição deste ano merece destaque o trabalho do fotógrafo franco-haitiano Gérald Bloncourt, com imagens que constituem um conjunto de grande importância para a história portuguesa do século XX, nomeadamente sobre a história da emigração portuguesa para França. Recorde-se que durante as Comemorações do 10 de Junho em 2016, realizadas em Paris, Gérald Bloncourt foi distinguido com a ordem de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

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Olhares sobre a diferença

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Na Casa da Cultura dos Olivais, em Lisboa, inaugura dia 9 às 16.30 horas e está patente ao público até 2 de março, a exposição Olhares sobre a diferença de Liliana Gonçalves.

A exposição, constituída por um conjunto de retratos a preto e branco de pessoas com deficiência, pretende segundo a autora “promover a valorização e potencialidades da pessoa com deficiência junto da comunidade, integrando a diferença como parte do processo criativo”. Ainda segundo o press-release a relação de proximidade que a autora experimentou com os retratados “sedimentou através desta narrativa fotográfica, um exercício de intertextualidade que pretendeu expressar o outro tal como o conhecemos” onde “a diferença não é a condição da deficiência, mas sim a exploração da vulnerabilidade do ser; a sua existência é-nos transposta como uma viagem pelo intermédio dos seus rostos, aos lugares intersubjetivos da sua identidade”.

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Prémio Leica Oscar Barnack 2019

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Abrem a 1 de março e decorrem até 1 de abril as candidaturas ao Prémio Leica Oscar Barnack 2019. Com um prémio de 25 000 euros e uma máquina Leica M, os concorrentes devem apresentar um portfólio digital constituído por 10 a 12 imagens. O regulamento pode ser visto aqui.

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Curso de Iniciação à Fotografia

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Tem início hoje um novo Curso de Iniciação à Fotografia, com mais uma turma praticamente esgotada. Durante mês e meio os alunos vão falar de técnica, mas também de estética em fotografia e noutras formas de arte, conjugando-as com sessões práticas. Uma nova data para março será em breve anunciada.

Publicado em Formação APAF, Notícias

Curso Profissional

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Fotografia Sofia Morais

Aqui deixamos uma imagem de trabalho da autoria de Sofia Morais, nossa aluna do Curso Profissional, feita na peça Private Lives, uma comédia de costumes com Guilherme Barroso, Suzana Borges, Maria Dias e Martinho Silva e que é apresentada no Auditório do Casino do Estoril.

Publicado em Formação APAF

No Porto, o paraíso segundo José Maria

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Fotografia Mira Fórum

No próximo sábado, dia 9, às 17 horas, decorre uma visita comentada pelo autor à exposição O Paraíso segundo José Maria. A exposição, presente no Mira Fórum, no Porto e da autoria de João Ferreira, encerra nesse dia.

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Em Lisboa, Carlos Relvas no MNAC

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A exposição Carlos Relvas,Vistas inéditas de Portugal – a fotografia nos salões europeus, presente no Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, em Lisboa, foi prolongada até 24 de fevereiro em face do interesse que tem gerado. Trata-se de uma exposição importante para a compreensão de alguns aspetos da História da Fotografia portuguesa e em particular da atividade de Carlos Relvas, um dos nomes mais significativos da fotografia portuguesa do século XIX.

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O estaleiro, de Roberto Santandreu

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Fotografia Margarida Neves

Na Casa da América Latina, em Lisboa, encontra-se patente ao público, até 1 de Março próximo, a exposição individual de fotografia O estaleiro do chileno Roberto Santandreu (Milão, 1948), sob a curadoria de Rui A. Pereira.

Este trabalho de Santandreu, resultante de uma viagem a Macau realizada em 2011, documenta os estaleiros navais abandonados da vila de Lai Chi Vun, na ilha de Coloane, considerados um dos maiores legados do património industrial da construção naval da região do sul da China. O fotógrafo partilha com o observador a sua interpretação e as sensações aí vivenciadas, fruto do ambiente de desolação encontrado, das marcas da presença humana agora inexistente e de pequenas descobertas, cujas interrogações suscitadas lhe desencadearam, no regresso a casa, um olhar mais profundo sobre o tema.

As imagens de Santandreu revelam-nos pormenores de interiores, grandes planos de alguns objectos e vistas dos espaços exteriores de um Oriente peculiar, numa visão sentida, transmitindo sentimentos díspares, quer seja de amargura e sofrimento, de dúvida e inquietação ou até mesmo de surpresa e fascínio pelo passado cultural de um povo.

A nossa consciência é aqui despertada pela revelação da decadência e perda de algo, a extinção de uma época que não sobreviveu à mudança dos tempos. Espaços que se abrem sobre o exterior evocando, quiçá, prisões sem portas, deixam-nos apreensivos quanto às possíveis realidades ali vividas. Fragmentos da história da humanidade são-nos relatados, originando interrogações e incertezas numa busca pelo que nos é desconhecido, perturbando-nos ao ponto de provocar admiração e respeito pelos nossos semelhantes, cujas existências são testemunhadas pela perspectiva do fotógrafo.

O inesperado de um nome num caderno semi-destruído, encontrado nos estaleiros, conduz Santandreu numa demanda pelos caminhos percorridos por esse indivíduo, propiciando o mote para um interessante e criativo encaixe de uma obra literária neste projecto fotográfico.

Numa homenagem ao escritor uruguaio Juan Carlos Onetti e unindo a literatura à fotografia, Santandreu associa pequenos textos extraídos do livro El astillero, publicado em 1961, aos seus registos visuais. Deste modo, ao fundir a realidade encontrada com um universo imaginário, o fotógrafo propõe-nos uma reflexão mais abrangente, colando identidades e locais, como que afirmando “o reconhecimento de uma existência real, captada fotograficamente mas que viaja por uma unidade ficcional, reinventada através do real, que se vai redescobrindo e recriando”, tal como o denota Rui A. Pereira na folha de sala.

A abordagem estética deste trabalho de Roberto Santandreu centra-se na escolha do preto e branco para a apresentação das imagens, uma característica que lhe é habitual, em documentos contrastantes e na utilização de ângulos e enquadramentos compostos por linhas diagonais fortes e marcantes.

O espaço expositivo dispõe de uma iluminação adequada e encontra-se livre de interferências, permitindo que se faça uma boa leitura. O ritmo é clássico, no geral, com prevalência de painéis fotográficos na vertical, quebrado por alguns registos na horizontal. A folha de sala, clara e abrangente, cumpre as funções que lhe são atribuídas mas peca por não ser bilingue.

A Casa da América Latina, situada na Av. da Índia 110, tem horário de funcionamento de segunda a sexta-feira das 9h30 às 13h e das 14h30 às 18h. O olhar de Roberto Santandreu, poético e enriquecedor, justifica plenamente uma visita a esta mostra. Margarida Neves

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Em Torres Novas

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O fotógrafo David Gonçalves apresenta no Museu Municipal Carlos Reis, em Torres Novas, a exposição Umbra. A exposição estará patente ao público entre 16 de fevereiro e 14 de abril.

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Paisagens urbanas do Alentejo de Artur Pastor

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Em Évora vai estar a exposição Paisagens Urbanas de Artur Pastor, uma exposição construída com base no extenso arquivo de Artur Pastor, depositado no Arquivo Fotográfico de Lisboa. A exposição, que inaugura a 14 de fevereiro e se prolonga até 18 de abril, é apresentada na Galeria de Exposições da Casa dos Burgos, situada na rua com o mesmo nome.

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Transversalidades

Decorre o prazo de candidaturas ao Prémio Transversalidades 2019. Promovido pelo Centro de Estudos Ibéricos pretende divulgar e valorizar os territórios de baixa densidade populacional, particularmente os mais periféricos e de fronteira. Ao mesmo tempo pretende-se aproveitar o valor estético, documental e pedagógico da imagem, promover a cooperação entre pessoas, instituições e territórios e ainda formar novos públicos.

Os temas a concurso são 4:

  • Património natural, paisagens e biodiversidade;
  • Espaços rurais, agricultura e povoamento;
  • Cidade e processos de urbanização
  • Cultura e sociedade

Cada candidatura apenas pode apresentar um portfólio de seis imagens originais, apresentadas em formato digital, sendo o prazo limite para a apresentação de candidaturas o dia 30 de abril. O regulamento pode ser consultado aqui.

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Prémio Novos Talentos FNAC

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Decorrem as candidaturas ao Prémio Novos Talentos FNAC. Os interessados têm dois meses e meio para preparar o seu projeto, já que o prazo limite das candidaturas é 19 de abril.

O júri de Fotografia é constituído por Augusto Brázio, Francisco Feio, Sérgio B. Gomes e Mário Cruz, que preside. Os candidatos devem submeter à apreciação do júri um portfólio de 12 imagens originais, devendo também incluir no projeto um texto de apresentação, uma sinopse do trabalho, uma ficha técnica e a biografia. O prémio pretende distingui qualidade e inovação, sendo aberto a qualquer tendência fotográfica. O regulamento pode ser visto aqui.

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O Amor Mata, de João Francisco Vilhena, em Lagos

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Fotografia João Francisco Vilhena

O Amor Mata é o título da exposição que o fotógrafo João Francisco Vilhena apresenta até 13 de abril no Centro Cultural de Lagos. A exposição, que já esteve presente na Galeria das Salgadeiras, em Lisboa, pretende sensibilizar e levar à reflexão sobre os muitos casos de violência doméstica e, simultaneamente, de homenagem às mulheres que morreram às mãos de quem dizia amá-las.

Este trabalho de João Francisco Vilhena foi iniciado há cerca de oito anos, apresentando-se agora em Lagos numa versão mais alargada. Num artigo publicado há dias no jornal Expresso, a jornalista Paula Cosme Pinto faz a apresentação deste projeto ao referir que “quem entra é recebido por dípticos a preto e branco identificados com o nome de mulheres: “Alice foi queimada, Leonor brutalmente agredida e abandonada numa poça de sangue, Rosa envenenada, Teresa suicidou-se depois de anos de agressão física e psicológica, Fátima, depois de uma forte pancada, o seu crânio quebrou-se, Ana, as mãos que amam são as mãos que matam, Margarida, um tiro levou a sua vida, Maria, a sua carne foi esfaqueada”. Todos eles casos reais, ocorridos em Portugal. Há depois uma sala negra, um espaço de silêncio para percorrer depois do inicial soco no estômago. Já numa parede branca, suspensos sobre um fundo vermelho, a cor do amor e do sangue, há uma série de objetos iluminados como pedras preciosas numa loja de jóias. Um martelo, uma pedra, uma faca, todos eles objetos comuns, mas que foram utilizados para matar. Na última moldura do corredor, um espelho onde cada visitante se pode ver refletido”.

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Fotografia João Francisco Vilhena

A este propósito e mais adiante Paula Cosme Pinto refere que “a arte é um veículo poderosíssimo de comunicação, com o condão eficaz de nos levar a um confronto individual através de diferentes estímulos. De nos convidar a parar para pensar nisto e percebermos que todos nós fazemos não só parte do problema, mas também da solução”. Por tudo isto e porque como o autor diz, há que convidar-nos a parar e refletir para percebermos que todos nós fazemos parte da solução, há que não perder esta exposição.

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Formação – iniciação à fotografia

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Fotografia Inês Casimiro

Terminou há dias uma das turmas do Curso de Iniciação à Fotografia, iniciando-se um novo grupo de trabalho na próxima quinta feira. O Curso, que decorrerá às terças e quintas feiras tem uma componente técnica e outra estética, visando a autonomia dos alunos ao trabalharem com a sua máquina fotográfica. Entretanto outra das turmas que temos em frequência teve a sua primeira aula com exercícios práticos, devendo em breve entrar no módulo de retrato. Aqui deixamos algumas das imagens produzidas.

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Fotografia Luísa da Rocha
Publicado em Formação APAF, Notícias