América de António Júlio Duarte

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António Júlio Duarte

Até 16 de dezembro António Júlio Duarte (Lisboa, 1965) apresenta América, na Galeria Pedro Alfacinha, em Lisboa.

Profundamente comprometido com a fotografia, ao longo de quase trinta anos de trabalho tem vindo a desencadear sucessivas acções de emancipação das suas tradições — narrativa e realidade vêm sendo permanentemente desafiadas através da observação afirmativa e de uma consistente obsessão pela alienação — contribuindo com uma das mais singulares e coerentes vozes para o misterioso entendimento do paradigma da fotografia hoje.

Nos últimos anos desenvolveu quatro exposições individuais: Mercúrio, na Galeria Zé dos Bois, Lisboa, em 2015; António Júlio Duarte, na Galeria Pedro Alfacinha, Lisboa, e Suspension of Disbelief, no Centro de Artes Visuais, Coimbra, ambas em 2016; e White Noise, no Quartel da Arte Contemporânea de Abrantes, em 2017.

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Fotografia de rua

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Para quem gosta de fotografia de rua sugerimos uma visita a http://mymodernmet.com/new-york-street-photography-70s-80s/ num artigo de Jessica Steward.

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Cursos Profissional e Avançado da APAF

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Fotografia Raquel Pinto Ribeiro da peça de teatro A Psocodélia do Amor

Estão a decorrer os Cursos Profissional e Avançado do corrente ano letivo. No próximo fim de semana os alunos terminam o módulo de História da Fotografia que dá as bases para a compreensão da evolução estética da fotografia, desde os seus primórdios aos dias de hoje. Entretanto os alunos estão a efetuar alguns trabalhos na área da reportagem, ficando aqui dois exemplos de trabalhos realizados, um de Raquel Pinto Ribeiro, na peça de teatro A Psicodélia do Amor, e outro de Pedro Ramon Esteche, na Moda Lisboa.

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Fotografia Pedro Ramon Esteche, Moda Lisboa
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Sodade – um retrato de São Tomé e Príncipe

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O Movimento de Expressão Fotográfica apresenta, a partir de dia 21 e até 11 de novembro, Sodade – um retrato de São Tomé e Príncipe. A exposição, que tem imagens de António Quelhas, Carla Rosa Cristina Latoeira, Dora Pinto, Elisabete Santos, Francisco Mendes, Helena Sequeira, Luís Rocha, Pedro Nunes, Pedro Padinha, Rui Miguel Santos, Sofia Ramos e Tânia Araújo. A exposição está patente no edifício Caleidoscópio, ao Campo Grande em Lisboa. Acompanha a exposição um livro com o mesmo título.

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Curso de Iniciação

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Teve ontem início o novo Curso de Iniciação à Fotografia que tem a duração de um mês e meio e no qual os alunos terão aulas de técnica fotográfica, composição e aulas práticas de estúdio, exterior e estúdio.

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Formação APAF

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Estão a decorrer os Cursos Profissional e Avançado do corrente ano letivo. Este sábado os alunos iniciaram o módulo de História da Fotografia, um conjunto de três aulas que olha para a evolução da fotografia sob o ponto de vista estético, conjugando-a com a pintura, a escultura ou a arquitetura, ou sob o ponto de vista político-social, com referências à vida política e económica do país e da Europa.

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Curso de Iniciação à Fotografia

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Fotografia Paula Santos

Está a decorrer o Curso de Iniciação à Fotografia que teve início em setembro. Nesta fase os alunos estão a praticar retrato em estúdio e deverão ainda esta semana efetuar mais uma aula em exterior. Com estas aulas práticas os alunos juntam a abordagem teórica à prática, num conjunto de aulas que abordam a iluminação e medição de luz, a fotografia de retrato, de paisagem, viagem, noturna e outros temas. O curso deverá terminar em meados de outubro, sendo que a partir de dia 10 iniciaremos novo curso. Deixamos aqui uma imagem de Paula Santos onde sobressai um olhar moderno e uma luz muito interessante.

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Mês da Fotografia – Barreiro

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Até dia 6 ainda pode enviar as suas imagens para o Concurso de Fotografia inserido no Mês da Fotografia do Barreiro. Para os interessados sugerimos a consulta do regulamento em http://www.cm-barreiro.pt/frontoffice/pages/792?news_id=6292

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Encontro de Escrita para Cinema e Televisão em Português

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Entre 12 e 15 de outubro, Cascais recebe o Encontro de Escrita para Cinema e Televisão em Português, uma iniciativa da Academia Portuguesa de Cinema. O Encontro vai reunir gente que narra histórias, profissionais que trabalham para meios tão distintos como o cinema, a televisão, o teatro, sem esquecer actividades como o storytelling comercial e muitas outras. Trata-se de um evento original, com masterclasses, palestras, debates e workshops que decorrem no Centro Cultural de Cascais, na Casa de Santa Maria, na Casa das Histórias Paula Rego e ainda no Museu Condes Castro Guimarães. Mais informações em http://aquatromaos.pt/lisboa/

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Em Cascais

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Em Cascais, nasceu a AiR 351 – Art in Residence, um novo pólo de Arte e Cultura Contemporâneas, que permite aos artistas e curadores residentes um conjunto de atividades adequadas à criação e o contexto cultural de Lisboa e arredores. Estão também previstas parcerias com a Art by Translation, um programa internacional itinerante que envolve museus, escolas de arte e universidades sediadas na Europa e América.

A AiR 351 é uma iniciativa independente, sem fins lucrativos, e tem como objectivo principal gerar massa crítica local no mundo das artes plásticas, promovendo projectos artísticos e ainda assegurando os meios para a pesquisa, produção e divulgação da arte contemporânea. Apoiada pela Fundação Millenium BCP (Mecenas Principal), Fundação EDP e ANA Aeroportos de Portugal, tem como parceiros institucionais a Câmara Muncipal de Cascais e a Fundação D. Luís I e integra o Bairro dos Museus, em Cascais.

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EDIT – Feira de edições de Lisboa

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Nos próximos dias 7 e 8 de outubro, na Galeria Monumental (Campo Mártires da Pátria 101), entre as 14 e as 20 horas, decorre a 3ª edição da EDIT – Feira de edições de Lisboa que traz às salas e pátio da Galeria Monumental uma selecção de livros de artistas e edições de autor, que vão da fotografia ao design, da teoria à serigrafia, para crianças ou para adultos, em formato de poster, zine ou livro. A organização é da STET – livros e fotografias.

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Em Évora

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Em Évora, na Fundação Eugénio de Almeida, no Páteo de São Miguel, pode ver até dia 19 de novembro Say Cheese.

A informação disponibilizada lembra como “no século XIX, a fotografia revolucionou a forma de registar o universo quotidiano, as vivências familiares e sociais, os espaços de habitar, as viagens do “Grand Tour” ou as realizadas a bordo dos luxuosos navios transatlânticos”.

A exposição é uma parceria entre a Fundação Eugénio de Almeida e a Câmara Municipal de Évora, podendo ser visitada de sexta a domingo das 15.00 às 18.00 horas.

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Herb Ritts – Em plena Luz, em Cascais

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© Herb Ritts Foundation, Madonna (True Blue Profile), Hollywood 1986

Em Cascais, até 21 de janeiro próximo está patente ao público a exposição Em Plena Luz, de Herb Ritts (1952-2002), apresentada pela Fundação D. Luís I, Câmara Municipal de Cascais, Herb Ritts Foundation, diChroma e Fondazione FORMA per la Fotografia. Trata-se de uma excelente exposição, didática pela abordagem da forma de trabalho de Ritts, pelas imagens apresentadas e pela reflexão que proporciona em termos de composição e educação visual.

A exposição, constituída por 106 fotografias e 3 vídeos, tem curadoria de Alessandra Mauro para a Fondazione FORMA per la Fotografia. São imagens intensas, onde em cada uma delas se advinha a concentração do fotógrafo no momento da captura fotográfica, independentemente do ambiente mais ou menos descontraído que tenha sido vivido.

Se quisermos um ponto de partida para uma reflexão sobre esta exposição podemos recorrer ao próprio Herb Ritts que afirmou “a minha fotografia centra-se nesta interrogação: como expor o corpo humano de uma maneira atual? Não me interessa idealizar o corpo humano como Bruce Weber, já que prefiro expor a sua universalidade e aptidão para transcender o tempo. Gostaria de criar imagens que, passados 100 anos, não ostentem o mínimo sinal de envelhecimento. Talvez seja isto a elegância, uma noção que se perdeu na fotografia de moda desde Horst, possivelmente porque as peças de roupa e os objetos ganharam mais importância que a fotografia.“

Se é verdade que o wall text nos fala em leveza, beleza e harmonia, que podemos ver na predominância dos cinzentos impecavelmente impressos, na conjugação de volumes e formas ou na utilização do espaço fotográfico, poderíamos acrescentar a sedução, o envolvimento ou a paixão pelo momento vivido e que cada uma destas imagens deixa transparecer. Em Plena Luz a beleza do corpo é rainha, seja ele masculino ou feminino, quer se apresente como protagonista único, quer esteja associado a elementos da natureza, com destaque para a àgua, a areia (nú feminino com areia preta, Hawai, 1989) ou a vegetação (Neith com arbusto rolante, Paradise Cove, Califórnia, 1986), ou ainda a elementos aparentemente casuais, fazendo de cada corpo o ator principal e evitando distrações desnecessárias. São retratos que mostram a força interior ou a alegria de cada ator ou atriz que desnuda a sua personalidade. Por isso Alessandra Mauro nos diz que Ritts estuda cada personagem, brinca com ele, “invertendo a imagem pública e vida privada, derrubando estereótipos ou revendo mitos cinematográficos”. Mas para isso, recorrendo de novo às palavras de Alassandra Mauro, “cada retrato é fruto da compreensão profunda, de uma afinidade intelectual e, até, de uma amizade”, de que uma das imagens de Madonna é exemplo (Madonna, Tokyo, 1987). Na realidade o à vontade que muitos dos retratados mostram só é possível na base de um profundo conhecimento, cumplicidade e compreensão.

Como já foi referido o denominador comum assenta na exaltação da beleza do corpo, quando não da sensualidade e do erotismo mais ou menos explícito (Tony and Mimi, Los Angeles, 1987; Cher, Hollywood, 1991; Tatjana em fato de banho, Hollywood, 1989; Cordula a, b, c, d, Hollywood, 1989; Fred com pneus, Hollywood, 1984). São imagens que possuem os ingredientes de todo o bom retrato: feitas no momento momento chave de climax de cada expressão (Madonna, San Pedro, Califórnia, 1990) ou que fazem emergir a personalidade dos retratados ou o papel que o cinema nos quer dar deles (António Banderas, Malibu, 1994) ou as notáveis imagens de Jack Nicholson no papel de joker (Jack Nicholson I, II, III e IV, London, 1988). Juntemos-lhes a sensualidade e a leveza da imagem de Júlia Roberts (Júlia Roberts, Malibu, 1990) ou o respeito e a dignidade de todos os retratados, em imagens pensadas e planeadas (Elisabeth Taylor, Bel Air, Los Angeles, 1997). O respeito de Ritts por Elisabeth Taylor e pela sua fragilidade após uma operação a um tumor no cérebro, mas ao mesmo tempo uma imagem plena de dignidade é notável. Vê-se na luz, na pose escolhida, na expressão e no cenário escolhido.

Ritts também não se coíbe de usar olhares fortes e diretos, numa tradição da pintura que alguns fotógrafos de Hollywood adotaram e como forma de aumentar o impacto das suas imagens, ou também do ambiente descontraído do momento do registo (Nicole Kidman, Culver City, Califórnia, 1999). A este propósito, o press-release desta exposição lembra-nos que são dele os retratos que construíram a imagem de celebridades como Madonna, Michael Jackson e Richard Gere.

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© Herb Ritts Foundation, Tatjana Veiled Head (Tight View), Joshua Tree 1988

Muitas das imagens obrigam-nos a pensar, a olhá-las duas vezes para as compreendermos. Algumas obrigam-nos a criarmos uma história, abrindo-nos espaço para o sonho (Busto de mulher com véu, Paradise Cove, Califórnia, 1984), outras a olhar com mais atenção (Silvester Stallone, Hollywood, 1986). Mesmo nas imagens mais incisivas notamos um denominador comum de toda a exposição: a predominância da leveza e da harmonia atrás referidas. Não deve ser estranha a esta característica a formação de Ritts, aliás referida no texto de apoio à exposição, um fotógrafo culto, “apaixonado por arte e história da fotografia, que estudou as composições clássicas, a plasticidade dos diálogos entre figuras na arte renascentista, bem como na fotografia dos princípios do século XX”. Na realidade Ritts estudou História de Arte, no Bard College, em Nova Iorque, com particular ênfase na pintura e escultura renascentista que o ajudaram a compreender a beleza, o gesto e a iluminação. Nos vídeos, muito pedagógicos e que vivamente aconselhamos a ver, o fotógrafo mostra-nos a forma como escolhia as imagens, notando-se as “pequenas-grandes diferenças” entre um enquadramento com mais ou menos espaço morto, das expressões ou como um plano mais próximo ou mais afastado fazia toda a diferença, e esta é baseada na composição clássica. Apesar disso e das fotografias de Ritts conterem uma marca pessoal, o autor não recorre a fórmulas pré-definidas, antes adaptando as suas opções a cada um dos retratados com soluções simples, mas perfeitas.

A sua paixão pela escultura e pela pintura renascentista manifesta-se também na forma como trata a luz. O recurso à luz natural, daí o título da exposição In Full Light – Em plena luz, transforma os corpos os rostos quase esculturas. Se até ao renascimento a luz era usada fundamentalmente como forma de sublinhar o volume, a partir daí sublinha-se o efeito e o realismo, algo a que não será estranha a câmara obscura de Leonardo da Vinci, sendo vista como um material tão importante quanto o pincel ou a tela. Ritts, tinha consciência que a luz era tão importante quanto o filme fotográfico.

Talvez a paixão de Ritts pela arte renascentista não se fique só pela luz. A valorização do ser humano e das suas emoções, o individualismo onde a figura humana ocupa todo o palco, o universalismo, neste caso na sua preocupação de retratar o corpo de forma universal, ou os valores clássicos da proporção, do uso do espaço, do equilíbrio das formas ou a procura da harmonia estão sempre muito presentes nas suas imagens.

Ritts assume a influência que Herbert List exerceu sobre o seu olhar, especialmente no que se refere ao rigor formal, mas não deixa de lado também a importância que o trabalho de George Hurrell, Horst P. Horst, Louise Dahl Wolfe, Irving Penn ou Richard Avedon tiveram na sua fotografia.

O trabalho de Herb Ritts não se restringiu a Hollywood. As suas imagens, icónicas no mundo da moda, povoa revistas de renome como a Vogue, a Esquire, a Mademoiselle ou a Harper’s Bazar, entre muitas outras e hoje, muitas delas fazem parte de coleções do Museum of Fine Arts de Boston, do Los Angeles County Museum of Art ou do Museum of Contemporary Photography do Columbia College de Chicago. Ritts dedicava-se também a outros temas como os casais homossexuais, as mulheres Masai ou a paisagem, um campo menos conhecido da sua obra. No início dos anos noventa chegou também a trabalhar em vídeo, nomeadamente com Chris Isaak e Janet Jackson. A exposição possui um núcleo dedicado a África, uma das paixões de Ritts. Aqui a estetização do corpo é mais acentuada, mais radical até diríamos, onde a natureza compete com o corpo ou nos sugere uma substituição (Malaica com as mãos nas ancas, África, 1993, Baobá gigante com a base arrancada por elefantes, África, 1993).

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Se todas as características associadas às imagens presentes não fossem poucas juntemos-lhes ainda aspetos técnicos como a qualidade de impressão (Madonna, Hollywood, 1986), ou a qualidade da montagem, que de resto a Fundação D. Luís já nos habituou. Uma exposição bem montada baseia-se na correta distribuição das imagens, num ritmo expositivo que se associa à arquitetura da sala. Esta montagem leva-nos a desejar ver a próxima imagem, onde também a colocação das imagens maiores entre series de menor dimensão quebra uma eventual monotonia repetitiva. A colocação central da imagem com as cinco modelos, de resto a única feita com luz artificial é muito bem pensada (Stephanie, Cindy, Christy, Tatjana, Naomi, Hollywood, 1989).

A luz foi feita de forma a ter uma correta distribuição sobre as imagens, concentrada à altura das imagens mas uniforme o que ajuda a uma leitura continua estabelecendo uma ligação entre elas, como poderia ser a intenção se fosse outra a leitura proposta. É uma das formas de iluminar, porventura a mais adequada a esta exposição.

Uma pequena brochura acompanha a exposição e uma biografia resumida e com imagens chave elucida-nos sobre a vida de Ritts. Alguns pequenos pormenores merecem também a atenção dos visitantes: a legendagem e os wall texts bilingues, o uso de materiais em relevo na identificação e na biografia. Pequenos pormenores que fazem de Em Plena Luz uma exposição cuidada, a não perder.

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História da Fotografia na APAF

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Compreender a fotografia feita hoje implica um regresso ao passado da fotografia, compreender a sua história, perceber como a sociedade ou a vida social e política determinou o aparecimento dos vários movimentos estéticos.

Nos dias 30 de setembro e 14 e 15 de outubro, entre as 14.30 e as 18.30, a APAF realiza um workshop de História da Fotografia. Esta é uma formação destinado a quem pretenda uma abordagem histórica e estética da imagem, particularmente útil para quem queira desenvolver a sua componente estética ou esteja a trabalhar em projetos fotográficos de autor. Mais informações em https://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/formacao/3245-2/

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Sodade – um retrato de S. Tomé e Príncipe

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Até 1 de novembro, no Caleidoscópio, no Campo Grande em Lisboa, o MEF – Movimento de Expressão Fotográfica, apresenta Sodade – um retrato de S. Tomé e Príncipe, uma exposição de fotografia documental que reúne imagens de Tânia Araujo, Luís Rocha, Cristina Latoeira, Rui Miguel Santos, Pedro Nunes, Carla Rosa, Elisabete Santos, Helena Sequeira, Francisco Mendes, Pedro Padinha, António Quelhas, Sofia Ramos e Dora Pinto.

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The History of European Photography

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Hoje, às 18.30 h, no Auditório Lagoa Henriques da Faculdade de Belas Artes de Lisboa, é apresentado o 3º volume (1970-2000) do livro The History of European Photography, um projeto editorial coordenado pela Central House of Photography em Bratislava. O evento contará com a presença de Vaclav Macek, diretor da Central House of Photography e coordenador da edição, Emília Tavares (autora do capítulo sobre Portugal e curadora) e dos fotógrafos José Rodrigues e Júlia Ventura.

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Déjà Vu

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No sábado, dia 30, pelas 16 horas na Casa do Bispo, em Sesimbra, Flávio Andrade apresenta o seu livro Déjà Vu. O projeto do livro pode ser visto em https://twitter.com/flaviomcandrade

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Louva, Lava, Leva

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Fotografia José M. Rodrigues

No Alvito, Alentejo, até 5 de outubro pode ver Louva, Lava, Leva, uma exposição de José M. Rodrigues e Maria do Mar Rêgo. A exposição está no Espaço Adães Bermudes e pode ser vista entre as 11.30 e as 16.30. No dia 5 haverá uma visita guiada às 15 horas.

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Curso de Iniciação à Fotografia

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A partir de 10 de outubro a APAF realiza uma nova edição do Curso de Iniciação à Fotografia, que envolve aulas teóricas e práticas, com matérias como a máquina fotográfica, a composição ou a luz. O objetivo deste curso é o manuseamento pleno da sua própria máquina e uma maior educação visual. Informações detalhadas, nomeadamente programa e inscrições, podem ser vistas em https://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/formacao/curso-de-iniciacao-a-fotografia/

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Fernando Guerra – Raio X de uma prática fotográfica no CCB

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Fotografia Fernando Guerra, Zaha Hadid, Galaxy Soho, Beijing, China

A pedido de vários leitores e instrumento pedagógico usado nos nossos Cursos de Fotografia Profissional e Avançado, repomos o artigo de análise à exposição Raio X de uma prática fotográfica, de Fernando Guerra, patente no CCB, em Lisboa, até meados de outubro.

Na Garagem Sul do Centro Cultural de Belém está patente, até meados de outubro, a exposição Raio X de uma prática fotográfica, de Fernando Guerra (Lisboa, 1970). Luís Santiago, curador desta exposição, em texto publicado na folha de sala, começa por nos lembrar que “a fotografia de arquitetura ganhou, com o novo milénio, uma preponderância exponencial na relação dos arquitetos com a sociedade,” para mais adiante se questionar, e nos questionar, com a própria relação da fotografia com a arquitetura. “A verdade é que a história da fotografia de arquitetura é tão fascinante quanto ambígua. Continuam a faltar-nos critérios consensuais quanto ao seu território disciplinar e objetivos programáticos, configurando uma área da cultura visual amplamente problemática. É a fotografia de arquitetura um género temático da fotografia? Ou pertence a fotografia de arquitetura aos modos de representação da arquitetura?” Esta questão, aparentemente simples, merece reflexão para quem faz fotografia, de arquitetura neste caso. Lembrando Óscar Niemeyer nesta matéria, um bom fotógrafo de arquitetura tem de saber de arquitetura, o que não quer dizer um vínculo de dependência entre fotógrafo e arquiteto. É isso que sentimos ao visitar esta exposição e constitui uma parte do fascínio dela: estamos a visitar uma exposição de arquitetura, de fotografia, ou ambas?

Esta é, portanto, uma exposição a não perder. Pelas imagens, sem a menor dúvida, pela arquitetura, que nos conduz a um outro olhar por espaços, linhas e luzes, ou por outras palavras pela educação visual, e pela cultura fotográfica, já que a exposição possui um conjunto de vídeos fundamentais para se aprender fotografia, desde outros ângulos e olhares, à história da fotografia. Por isso não esperemos ir ver uma exposição de fotografia tradicional, com imagens penduradas nas paredes, certinhas e sequenciais, mas antes um conjunto de relações entre a imagem fotográfica e a forma dos edifícios, entre a presença da forma e a silhueta fugídia de um corpo, num olhar de um fotografo que é simultaneamente intérprete e criador.

Esta “mistura” de fotografia com outras áreas, aparentemente distintas, é-nos novamente lembrada na folha de sala quando o texto de Luís Santiago Batista nos refere que “não seria pela via da arte (…) mas pela arquitetura moderna, que a fotografia de arquitetura se instauraria profissionalmente.” É também sublinhada por uma exposiçãoo que alia o virtuosismo técnico à criatividade estética e ao prazer de fotografar e ao deleite do olhar pelo fotógrafo patentes em cada uma das imagens.

Fernando Guerra (juntamente com o irmão Sérgio) têm construído em Portugal uma outra forma de olhar para a fotografia de arquitetura, talvez tão intensa como só o vemos recuando ao tempo dos irmãos Novais, autores de notáveis registos hoje pertença do Arquivo da Câmara Municipal de Lisboa e da Fundação Gulbenkian. Se é verdade que Fernando Guerra construiu um portfólio de mais de 180 mil imagens, a verdade é que esta exposição mais do que mostrar interessantes imagens, nos lembra a cada passo a importância da arquitetura e da fotografia de arquitetura na vida das grandes e pequenas cidades, dos locais do interior e da costa, nos locais mais isolados ou mais cosmopolitas e, principalmente, na vida das pessoas.

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Fotografia Fernando Guerra, Richter Dahl Rocha & Associés, EPFL Quartier Nord, Residência de estudantes, Ecubiens, Suiça

Esta é, também, uma exposição de Fernando Guerra e da sua relação com a imagem e enquanto criador. Por isso vemos fotografias, objetos, publicações ou material fotográfico numa mesa que se impõe ao visitante e onde o nosso olhar se espraia numa fita do tempo, desde há alguns anos até à atualidade. Desde o material fotográfico em película ou as primeiras publicações de Fernando Guerra, até aos drones e às máquinas digitais, ou aos objetos de design pessoal, ficamos com uma ideia temporal da produção de Fernando Guerra.

Mas esta é também uma exposição feita de imagens irrepetíveis, ou pela luz captada num momento único, ou por um vulto que fica registado e que nunca pareceria ficar tão bem se fosse captado uma fração de segundo antes ou depois, ou por um enquadramento que o fotógrafo viu e mais ninguém vislumbrou.

Tudo isto nos lembra que Fernando Guerra tem um sentido estético atento e moderno. São claras as referências a Thomas Struth, Andreas Gursky ou até ao casal Becher nas imagens de Fernando Guerra. É evidente que não são totalmente sobreponíveis, porque a génese das imagens é diferente e porque se nota a maior influência do digital em Fernando Guerra. Mas há ali muitos pontos em comum e que fazem desta uma grande exposição de fotografia. É um olhar atento, provocadoramente (e modernamente) formal, que expressa em simultâneo rigor, criatividade e (porque não?) poesia e que justifica perfeitamente o facto de ter vencido o Arcaid Images Architectural Photography Award  com uma fotografia do Centro de Convenções da SwissTech, entre outros prémios nacionais e internacionais.

Esta é uma exposição vasta e multifacetada. Preparemos algumas horas para a ver. E para a sentir. Sentir o êxtase da beleza das formas e das linhas. Para nos interrogarmos da relação de Guerra com a arte contemporânea, num território intermédio entre o puramente artístico e o documento, no que vem à memória a importância de Atget na história de Paris e na história da fotografia. É uma exposição que nos provoca sensações estranhas: se por um lado nos inebria, por vezes sentindo vontade de estar em frente àqueles edifícios, gozando momentos de rara beleza, por outro lado sentimos vontade de manter distância para olhar de forma descomprometida, neutra até, como se tal fosse possível. É também uma exposição de montagem complexa, que por isso nos sugere formas menos comuns de mostrar imagens e, principalmente que nos mostrar que todos os detalhes são importantes na composição. Que nos diz que fotografar implica opções criteriosas na escolha do enquadramento ou da luz. Que implica ter a noção de escala e da aproximação certa ao objeto ou, como é referido num dos vídeos e tal como Ícaro, não vermos um edifício nem excessivamente perto, nem excessivamente longe. Não tão perto que se perca a ideia do conjunto e da escala, nem tão longe que se perca a definição. Esse é, talvez, o segredo da fotografia de arquitetura, a par com a chamada de atenção para a beleza dos espaços e do objeto arquitetónico, de planos pensados, enquadramentos precisos e de luzes que se antecipam.

Ainda na grande mesa que ocupa o espaço central, Fernando Guerra surpreende-nos com dois trabalhos de grande beleza: O lago dos Cisnes (2013) e Trabalhadores na Praia do Calhau (2009), mostrando-nos uma versatilidade tão surpreendente quanto desconcertante. Na realidade dois excelentes trabalhos para quem ao longo da exposição encarou a fotografia de arquitetura como “a escolhida”, mas afinal a mostrar que os tempos da reportagem e das suas origens fotográficas continuam vivos. António Lopes

 

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Encontros da Imagem, em Braga

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António Guerra, Encontros da Imagem, 2017

Em Braga a cidade vive a fotografia. São 55 autores, em 49 exposições, distribuídas por 19 espaços, que até 29 de outubro trazem à cidade uma vida cultural que é uma referencia no país.

Recorde-se que a primeira edição do Festival ocorreu em 1987, sendo esta aquilo que os organizadores chamam de “edição de celebração”. Com um rico programa expositivo, que inclui nomes como Dorotea Lange, Ouka Leele, Walker Evans, Russell Lee, Jack Delano, Antoine d’Agata, António Guerra, Erica Nyholm, Andreas Tchersich, ou de portugueses como Rita Castro Neves, Fernando Brito, João Mota da Costa, Tânia Cadima, Nuno Andrade, David Infante, entre muitos outros.

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Erica Nyholm, Encontros da Imagem, 2017

Segundo a organização “os Encontros da Imagem foram-se redefinindo progressivamente para se adaptar aos desenvolvimentos estéticos e formais da fotografia criativa que constitui o objeto central do acontecimento”. Hoje, os Encontros da Imagem, são hoje uma referência da cultura fotográfica em Portugal, tendo alcançado uma posição de destaque no panorama internacional.

Numa edição em que a ausência de um tema específico é assumida como propositada por ser uma edição de celebração dos seus 30 anos de existência, os Encontros estendem-se ao Porto, Barcelos, Guimarães e Vila Nova de Famalicão.

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Hoje, na RTP 2

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O Cinema Sob o Olhar da Magnum é um documentário de cerca de 1 hora que será emitido hoje, a partir das 23.25 na RTP 2. Com realização de Sophie Bassaler e produção de Films A Cinq Art France, conta-nos uma história cruzada entre a fotografia, a imprensa e a sétima arte. Um retrato íntimo e inédito da relação entre dois mundos aparentemente opostos: a ficção e a realidade.

O documentário percorre décadas da história do cinema sob o olhar único de alguns dos maiores fotógrafos da Agência Magnum que registaram em fotografia atores e realizadores como John Huston, Marilyn Monroe, Orson Welles, Alfred Hitchcock, Kate Winslet ou Sean Penn.

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História da Fotografia

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Nos dias 30 de setembro e 14 e 15 de outubro, entre as 14.30 e as 18.30, a APAF realiza um workshop de História da Fotografia. Esta é uma formação destinado a quem pretenda uma abordagem histórica e estética da imagem, de reflexão sobre o porquê de alguns caminhos e realidades ainda hoje vividos ou que nos influenciam. É particularmente útil para quem já tenha uma formação técnica e queira desenvolver a sua componente estética ou esteja a trabalhar em projetos fotográficos de autor. Mais informações em https://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/formacao/3245-2/

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Retratos sem Medo, no CPF

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Fotografia Amani Alshaali

No Porto, até 10 de novembro, pode ver no Centro Português de Fotografia a exposição Retratos sem Medo. A exposição, uma coletiva reúne os nomes de Amani Alshaali, Bëata Rydén, Brooke Shaden, Hanna Wallsten, Joel Robison, Margherita Introna e Paulo Carvalho, que também é o organizador da mesma, sendo apresentada no Centro Português de Fotografia, no âmbito do Porto Photo Festival.

No Porto, até 10 de novembro, pode ver no Centro Português de Fotografia a exposição Retratos sem Medo. A exposição, uma coletiva reúne os nomes de Amani Alshaali, Bëata Rydén, Brooke Shaden, Hanna Wallsten, Joel Robison, Margherita Introna e Paulo Carvalho, que também é o organizador da mesma, sendo apresentada no Centro Português de Fotografia, no âmbito do Porto Photo Festival.

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Em Sesimbra

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Em Sesimbra, até 30 de setembro, Inácio Ludgero apresenta Desassossegos da Memória. A exposição está patente no átrio da Biblioteca Municipal.

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Arquivo e Observação

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A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira editou o livro curatorial referente à Bienal de Fotografia. Com o mesmo nome do tema geral da Bienal: Arquivo e Observação, o livro foi apresentado por António Oliveira, vice-presidente da Câmara, e por David Santos, curador geral da Bienal.

David Santos começou por agradecer a participação de todos os artistas, destacando o prémio da Associação Internacional de Críticos de Arte atribuído à exposição Léxico de Daniel Blaufuks. Não esquecendo a equipa que o coadjuvou, nomeadamente dos outros curadores e por parte da Câmara, David Santos sublinhou a ideia desta Bienal em expor a cidade à fotografia, interagindo com os espaços e com a vida diária da cidade. O próprio livro retratou essa ideia de fazer da cidade um espaço expositivo global ao predominaram as imagens em contexto de exposição em vez das obras propriamente ditas.

O livro é um marco na história da Bienal. Bem impresso, com um grafismo cuidado, confirma a qualidade assumida pelo trajeto da Bienal nestes últimos anos e marca uma forma diferente de pensar a Bienal. Confirma tambéma intenção da Bienal fazer uma reflexão sobre o que é a fotografia hoje. Na realidade, esta linha traz de mais valia a reflexão e a procura de uma atualidade permanente, em vez de se remeter a mais uma edição, agora que ao longo do país existem tantos “meses da fotografia” onde muitos deles não são mais do que meros somatórios de exposições. Mas do livro queremos ainda destacar a qualidade dos textos, pedagógicos em termos da fotografia em geral e das obras expostas em particular. Queremos destacar também uma ideia subjacente em todas as iniciativas que é a da responsabilidade social, onde todas as exposições, publicações ou intervenções assumem a qualidade como uma opção, motivando outros a alinhar a bitola por mais exigência, maior preocupação com a atualidade do discurso visual e de respeito pela cidade e pelos visitantes. É um livro que marca, que vale a pena!

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Tavira

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No jornal Público e da autoria da jornalista Rute Barbedo, também nossa antiga aluna, foi publicado um interessante artigo sobre a família Andrade que, em Tavira, há mais de 100 anos se dedica à fotografia. É um mergulho na história da cidade e da fotografia, também presente em livro e em breve num espaço museológico. Para ler em https://www.publico.pt/2017/08/19/local/noticia/andrade-a-familia-que-fotogra-tavira-desde-1900-pelo-menos-1782707

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Photobook Awards 2017

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A Aperture e a Paris Photo anunciaram a shortlist dos prêmios para o Photobook 2017 nas diferentes categorias. Pode vê-la em http://aperture.org/blog/2017-photobook-awards-shortlist/

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Paulo Nozolino na Galeria Quadrado Azul, no Porto

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Na Galeria Quadrado Azul, no Porto, é apresentada a exposição Loaded Shine, de Paulo Nozolino. Recorde-se que Loaded Shine integrou a secção oficial do PhotoEspaña, estando patente até 16 de novembro.

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Mário Cruz, ontem em Algés

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Decorreu ontem no Palácio Anjos, em Algés, mais uma edição do “Clique 2.0. Falar, Ver e Fazer Fotografia”, desta vez com o fotógrafo Mário Cruz. Esta iniciativa, interessante sob o ponto de vista formativo para todos quanto gostam de fotografia, coincide com a publicação do roteiro Trinta Dias da Câmara Municipal de Oeiras.

Mário Cruz, fotógrafo premiado nacional e internacionalmente, brindou o público com uma apresentação do seu trabalho, quer enquanto fotógrafo da agência Lusa, quer enquanto autor de vários projetos pessoais. Se há algo a destacar desta apresentação é a postura do fotógrafo, preocupado com as pessoas que fotografa, pedagógico para quem chega à fotografia e tem uma máquina nas mãos, no que se inclui o sentido ético, a franqueza do discurso e a cultura fotográfica. Quando Mário Cruz alertou para as dificuldades de cada um em encontrar a sua linguagem visual, ou sublinhou o lado humano da fotografia e a sua escolha assumida por temas relacionados com os Direitos Humanos ou, como referiu, por “histórias escondidas”, em Portugal ou no estrangeiro, a conferência assumiu um papel ricamente formativo para todos os presentes.

A iniciativa, leva àquele espaço fotógrafos que vão falar do seu trabalho e da fotografia em geral. Ontem, perante uma sala cheia, Mário Cruz provou que um trabalho fotográfico apaixonado permite a um fotógrafo continuar a sonhar.

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Hoje, Mário Cruz no Palácio Anjos, em Algés

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Hoje, pelas 19.30 no Palácio Anjos, em Algés, decorre mais um “Clique 2.0. Falar, Ver e Fazer Fotografia”, desta vez com Mário Cruz. A iniciativa, promovida pela Câmara Municipal de Oeiras, leva àquele espaço fotógrafos que vão falar do seu trabalho e da fotografia em geral, decorrendo por norma uma vez por mês.

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Curso de Fotografia na APAF

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Abrem amanhã as inscrições para o novo Curso de Iniciação à Fotografia, agendado para 10 de outubro, com aulas às terças e quintas feiras das 19.30 às 21.30. O Curso junta teoria e prática em aulas que possibilitam uma abordagem técnica e estética das matérias. Mais informações em https://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/formacao/curso-de-iniciacao-a-fotografia/

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No Porto

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Termina amanhã, no Espaço Q –  Quadras Soltas, a exposição de fotografia de Júlio Aires. A Quadras Soltas fica no Porto, na Rua Miguel Bombarda.

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Cursos Profissional e Avançado da APAF

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fotografia Sofia Rosa Lã

Tiveram início este sábado os Cursos Profissional e Avançado da APAF. Nesta sessão o trabalho foi centrado na aferição dos conhecimentops dos formandos, para além das apresentações e motivações. O primeiro bloco de matéria a lecionar será a componente de história da fotografia, já no próximo dia 30.

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Made in China

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fotografia Bruno Saavedra

Até 30 de setembro Bruno Saavedra apresenta na Casa Independente, no Largo do Intendente, em Lisboa, Made in China.

Diz-nos o press release que “não estamos na China ou em qualquer outro país da Ásia. Estamos em Lisboa, mais precisamente no bairro do Intendente”. Com este projeto, Bruno Saavedra propos-se retratar “uma visão diferente e subtil da comunidade chinesa” no bairro do Intendente. “Fui à procura de detalhes e imagens que de alguma forma me fizessem conhecer a história das suas vidas e o modo como vivem na freguesia mais cosmopolita de Lisboa”, indica o artista no mesmo comunicado. “Para isso, durante três meses, visitou casas, restaurantes, centros de estética, cabeleireiros, centros de massagens, escolas, lojas, supermercados, templos, igrejas e até médicos. Ouvi histórias, verdadeiros contos chineses de pessoas que vivem clandestinamente, trabalham 16 horas por dia para conseguir juntar algum dinheiro com o sonho de regressar à sua terra natal”.

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