Na APAF

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A APAF dará início ao seu novo ano letivo no próximo dia 7 de setembro com um curso de Iniciação à Fotografia. Entretanto em agosto realizaremos alguns workshops temáticos de curta duração e também em setembro iniciaremos o Curso Profissional, assim como novas propostas de formação.

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Publicado em Formação APAF, Notícias

8ª Feira do Livro de Fotografia de Lisboa

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Já se anuncia a 8ª Feira do Livro de Fotografia de Lisboa. Marcada para 24, 25 e 26 de novembro, a feira já regista a pré-inscrição de cerca de 150 fotolivros vinda da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, Espanha, México, Panamá, Peru, Portugal, Uruguai e Venezuela. Uma vez mais, este ano, a Feira promete ser um evento incontornável para se conhecer o que se vai editando e fazendo em matéria de fotografia.

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Concurso Jovens Criadores

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O prazo para as inscrições para o Concurso Jovens Criadores 2017 foram alargadas às 24 horas do dia 31 de Julho.

Os(as) selecionados(as) no Concurso farão parte da Mostra Jovens Criadores 2017 e do Catálogo da Mostra Jovens Criadores 2017. Esta edição do Concurso tem a particularidade de a Mostra ser conceptualizada não por uma organização formal das áreas temáticas, como até aqui, mas através de uma curadoria que as integra nas suas qualidades expositivas.

O Concurso Jovens Criadores é uma iniciativa do CPAI – Clube Português de Artes e Ideias, fundado em 1986 e é uma associação privada portuguesa declarada de utilidade pública e tem como objetivo principal o desenvolvimento e a divulgação da produção artística, em todos os domínios das práticas contemporâneas.

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Lens Culture

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O site LensCulture tem abertas até 1 de agosto as inscrições para o concurso de Street Photography. Os interessados podem aceder a https://www.lensculture.com/street-photography-awards-2017?utm_source=fb-cpc&utm_medium=cpc&utm_term=ART_retargeting&utm_content=AD2-I6&utm_campaign=SP17-EN-Remarketing#competition-gallery

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Pedro Letria

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Fotografia Pedro Letria, do projeto EN 118, km 142 Thermo-electric Plant, Pêgo

O fotógrafo Pedro Letria, foi distinguido com o Prémio António Quadros 2017, segundo notícia divulgada no site desta Fundação e que será entregue em novembro próximo.

O júri foi presidido por Paulo Ribeiro Baptista, investigador do Museu do Teatro e da Dança, e constituído ainda por Bruno Santos, docente de Projeto e Tecnologias na especialização de Fotografia na Escola Artística António Arroio e Atelier de Lisboa, Emília Tavares, conservadora e curadora para a área da Fotografia e Multimédia, no Museu Nacional de Arte Contemporânea-Museu do Chiado, em Lisboa, e Filipe Figueiredo, investigador do Centro de Estudos de Teatro na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Em notícia da agência Lusa e do DN o ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, em comunicado, “felicita o fotógrafo Pedro Letria pela atribuição do Prémio António Quadros 2017“, acrescentando que “está também de parabéns, porque esta é a primeira vez que o galardão, destinado a celebrar a vida e a obra de António Quadros, é atribuído à fotografia“.

A formação académica de Pedro Letria inclui um “Master of Fine Arts, Honors”, na Rhode Island School of Design (2012), nos Estados Unidos, e ainda formações na School of The Art Institute of Chicago, (1987), na Accaddemia di Belle Arte, em Perugia, na Itália, e no United World College of the Atlantic, no Reino Unido.

Pedro Letria tem, ao longo dos anos, realizado diversas exposições exposições individuais e coletivas, sendo múltiplas as suas colaborações, nomeadamente na imprensa.

Recuperamos aqui um vídeo com Pedro letria, realizado em 2014, no âmbito das Conversas à volta da luz, iniciativa que se realiza anualmente em Montemor-o-Novo, no convento de S. Francisco. Em https://www.youtube.com/watch?v=C3j9tArxrdY Quem queira conhecer o seu trabalho pode aceder a http://www.pedroletria.com/theclub.html

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Raio X de uma prática fotográfica, de Fernando Guerra, no CCB

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Fotografia Fernando Guerra, Richter Dahl Rocha & Associés, EPFL Quartier Nord, Residência de estudantes, Ecubiens, Suiça

Na Garagem Sul do Centro Cultural de Belém está patente, até meados de outubro, a exposição Raio X de uma prática fotográfica, de Fernando Guerra (Lisboa, 1970). Luís Santiago, curador desta exposição, em texto publicado na folha de sala, começa por nos lembrar que “a fotografia de arquitetura ganhou, com o novo milénio, uma preponderância exponencial na relação dos arquitetos com a sociedade,” para mais adiante se questionar, e nos questionar, com a própria relação da fotografia com a arquitetura. “A verdade é que a história da fotografia de arquitetura é tão fascinante quanto ambígua. Continuam a faltar-nos critérios consensuais quanto ao seu território disciplinar e objetivos programáticos, configurando uma área da cultura visual amplamente problemática. É a fotografia de arquitetura um género temático da fotografia? Ou pertence a fotografia de arquitetura aos modos de representação da arquitetura?” Esta questão, aparentemente simples, merece reflexão para quem faz fotografia, de arquitetura neste caso. Lembrando Óscar Niemeyer nesta matéria, um bom fotógrafo de arquitetura tem de saber de arquitetura, o que não quer dizer um vínculo de dependência entre fotógrafo e arquiteto. É isso que sentimos ao visitar esta exposição e constitui uma parte do fascínio dela: estamos a visitar uma exposição de arquitetura, de fotografia, ou ambas?

Esta é, portanto, uma exposição a não perder. Pelas imagens, sem a menor dúvida, pela arquitetura, que nos conduz a um outro olhar por espaços, linhas e luzes, ou por outras palavras pela educação visual, e pela cultura fotográfica, já que a exposição possui um conjunto de vídeos fundamentais para se aprender fotografia, desde outros ângulos e olhares, à história da fotografia. Por isso não esperemos ir ver uma exposição de fotografia tradicional, com imagens penduradas nas paredes, certinhas e sequenciais, mas antes um conjunto de relações entre a imagem fotográfica e a forma dos edifícios, entre a presença da forma e a silhueta fugídia de um corpo, num olhar de um fotografo que é simultaneamente intérprete e criador.

Esta “mistura” de fotografia com outras áreas, aparentemente distintas, é-nos novamente lembrada na folha de sala quando o texto de Luís Santiago Batista nos refere que “não seria pela via da arte (…) mas pela arquitetura moderna, que a fotografia de arquitetura se instauraria profissionalmente.” É também sublinhada por uma exposiçãoo que alia o virtuosismo técnico à criatividade estética e ao prazer de fotografar e ao deleite do olhar pelo fotógrafo patentes em cada uma das imagens.

Fernando Guerra (juntamente com o irmão Sérgio) têm construído em Portugal uma outra forma de olhar para a fotografia de arquitetura, talvez tão intensa como só o vemos recuando ao tempo dos irmãos Novais, autores de notáveis registos hoje pertença do Arquivo da Câmara Municipal de Lisboa e da Fundação Gulbenkian. Se é verdade que Fernando Guerra construiu um portfólio de mais de 180 mil imagens, a verdade é que esta exposição mais do que mostrar interessantes imagens, nos lembra a cada passo a importância da arquitetura e da fotografia de arquitetura na vida das grandes e pequenas cidades, dos locais do interior e da costa, nos locais mais isolados ou mais cosmopolitas e, principalmente, na vida das pessoas.

Esta é, também, uma exposição de Fernando Guerra e da sua relação com a imagem e enquanto criador. Por isso vemos fotografias, objetos, publicações ou material fotográfico numa mesa que se impõe ao visitante e onde o nosso olhar se espraia numa fita do tempo, desde há alguns anos até à atualidade. Desde o material fotográfico em película ou as primeiras publicações de Fernando Guerra, até aos drones e às máquinas digitais, ou aos objetos de design pessoal, ficamos com uma ideia temporal da produção de Fernando Guerra.

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Fotografia Fernando Guerra, Zaha Hadid, Galaxy Soho, Beijing, China

Mas esta é também uma exposição feita de imagens irrepetíveis, ou pela luz captada num momento único, ou por um vulto que fica registado e que nunca pareceria ficar tão bem se fosse captado uma fração de segundo antes ou depois, ou por um enquadramento que o fotógrafo viu e mais ninguém vislumbrou.

Tudo isto nos lembra que Fernando Guerra tem um sentido estético atento e moderno. São claras as referências a Thomas Struth, Andreas Gursky ou até ao casal Becher nas imagens de Fernando Guerra. É evidente que não são totalmente sobreponíveis, porque a génese das imagens é diferente e porque se nota a maior influência do digital em Fernando Guerra. Mas há ali muitos pontos em comum e que fazem desta uma grande exposição de fotografia. É um olhar atento, provocadoramente (e modernamente) formal, que expressa em simultâneo rigor, criatividade e (porque não?) poesia e que justifica perfeitamente o facto de ter vencido o Arcaid Images Architectural Photography Award  com uma fotografia do Centro de Convenções da SwissTech, entre outros prémios nacionais e internacionais.

Esta é uma exposição vasta e multifacetada. Preparemos algumas horas para a ver. E para a sentir. Sentir o êxtase da beleza das formas e das linhas. Para nos interrogarmos da relação de Guerra com a arte contemporânea, num território intermédio entre o puramente artístico e o documento, no que vem à memória a importância de Atget na história de Paris e na história da fotografia. É uma exposição que nos provoca sensações estranhas: se por um lado nos inebria, por vezes sentindo vontade de estar em frente àqueles edifícios, gozando momentos de rara beleza, por outro lado sentimos vontade de manter distância para olhar de forma descomprometida, neutra até, como se tal fosse possível. É também uma exposição de montagem complexa, que por isso nos sugere formas menos comuns de mostrar imagens e, principalmente que nos mostrar que todos os detalhes são importantes na composição. Que nos diz que fotografar implica opções criteriosas na escolha do enquadramento ou da luz. Que implica ter a noção de escala e da aproximação certa ao objeto ou, como é referido num dos vídeos e tal como Ícaro, não vermos um edifício nem excessivamente perto, nem excessivamente longe. Não tão perto que se perca a ideia do conjunto e da escala, nem tão longe que se perca a definição. Esse é, talvez, o segredo da fotografia de arquitetura, a par com a chamada de atenção para a beleza dos espaços e do objeto arquitetónico, de planos pensados, enquadramentos precisos e de luzes que se antecipam.

Ainda na grande mesa que ocupa o espaço central, Fernando Guerra surpreende-nos com dois trabalhos de grande beleza: O lago dos Cisnes (2013) e Trabalhadores na Praia do Calhau (2009), mostrando-nos uma versatilidade tão surpreendente quanto desconcertante. Na realidade dois excelentes trabalhos para quem ao longo da exposição encarou a fotografia de arquitetura como “a escolhida”, mas afinal a mostrar que os tempos da reportagem e das suas origens fotográficas continuam vivos. António Lopes

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Fotografia Fernando Guerra, OTO Arquitectos, Parque do Fogo, Cabo Verde
Publicado em Crítica

Moira Forjaz

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Hoje, às 18.30, na Livraria Palavra do Viajante, em Lisboa, será apresentado o  livro Mozambique 1975/1985 com fotografias de Moira Forjaz, numa edição Fanele, África do Sul / Fund. Rosa Luxemburgo.

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Teresa Oliveira da Silva

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Fotografia Teresa Oliveira da Silva

Apresentámos há dias uma imagem destacada pela Vogue Itália de Teresa Oliveira da Silva, nossa antiga aluna do Curso Profissional. Hoje apresentamos mais uma imagem do seu portfólio e que vale a pena ver pela luz e pela ambiencia captada.

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Edgar Martins

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Fotografia Edgar Martins

Edgar Martins é um dos distinguidos do prémio Magnum Photography Award/LensCulture. São 41 fotógrafos cujo trabalho mereceu uma referência especial do júri, oriundos de 24 países, sendo que Edgar Martins foi selecionado pelo curador independente Yumi Goto, com uma imagem do projeto Siloquios e Soliloquios, sobre a morte, a vida e outros interlúdios, apresentado no MAAT, em Lisboa, em 2016.

Deixamos aqui o texto de Sérgio Mah, curador desta exposição.

“Silóquios e Solilóquios sobre a Morte, a Vida e outros Interlúdios é o título do mais recente projeto de Edgar Martins. O projeto começou a estruturar-se no decurso de uma pesquisa no Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF), em Lisboa e Coimbra. Ao longo de três anos, Edgar Martins realizou mais de 1 000 fotografias e digitalizou mais de 3 000 negativos do vasto e extraordinário espólio do INMLCF. Uma parte significativa destas imagens representa provas forenses, nomeadamente armas e objetos usados em crimes e suicídios, mas também locais de crime, máscaras fúnebres, projéteis, cartas de suicidas e atividades inerentes ao trabalho do médico-legista. Porém, a par destas fotografias, Edgar Martins começou também a recuperar imagens do seu arquivo ou a produzir novas fotografias sobre outros assuntos, pensadas como contraponto visual, narrativo e conceptual.

Deste modo, o tema da morte é aqui explorado através de uma articulação produtiva entre registos documentais e factuais (vinculados a casos reais e cumprindo as exigências científicas e funcionais do INMLCF) e imagens que procuram incitar o potencial especulativo, ficcional e imaginário em torno do tema. Neste sentido, Silóquios e Solilóquios sobre a Morte, a Vida e outros Interlúdios é um trabalho que se propõe a perscrutar as tensões e as contradições inerentes à representação e imaginação da morte, em especial da morte violenta, e correlativamente sobre o papel decisivo (mas profundamente paradoxal) que a fotografia – nas suas implicações epistemológicas, estéticas e éticas – tem exercido na sua perceção e inteligibilidade.

Este trabalho marca igualmente uma transição significativa na trajetória criativa de Edgar Martins, depois de projetos anteriores nos quais sobressaía a homogeneidade formal e uma maior incidência de temáticas em torno da tecnologia, da arquitetura, da paisagem e da noção de lugar. Neste novo projeto inclui-se um conjunto mais vasto e diversificado de tipos e processos visuais – fotografias, apropriações, projeções, instalação, texto – assinalando uma crescente inclinação do artista por uma perspectiva mais híbrida e expandida da prática da fotografia e da experiência das imagens.

«Desde a sua invenção que a fotografia contribui decisivamente para consolidar a morte como tema visual, ou melhor, como um eixo intrincado de imagens, imaginações e imaginários, que atravessam vários domínios da ciência e da cultura. Esta constelação de imagens de Edgar Martins reforça não só a convicção de que as imagens fotográficas são produtos de um meio (técnico e cultural), mas também que a experiência de cada imagem fotográfica é igualmente um produto de nós próprios, do nosso corpo como um meio vivo de imagens.”

Para visualizar as imagens pode aceder a https://www.lensculture.com/2017-magnum-photography-award-winners

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Hoje, em Lisboa

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Partiu do fotógrafo António Cotrim a ideia de unir cerca de 170 fotógrafos num gesto solidário, doando uma fotografia para angariar fundos para os Bombeiros de Castanheira de Pêra. Segundo o site da Rádio Renascença, a António Cotrim juntou-se a fotografa Cristina Fernandes e o jornalista Paulo Guerrinha. As fotografias vão estar expostas no Museu das Comunicações, em Lisboa, hoje a partir das 18 horas e podem ser adquiridas por um valor mínimo de 20 euros.

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Em Viseu

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Fotografia Paula Magalhães

Terminou mais uma edição dos Jardins Efémeros, realizada em Viseu. Realização cultural multidisciplinar, em que a tendência experimental predomina, tem como objectivo maior potenciar a relação entre os vários agentes que “fazem acontecer a cidade de Viseu” fazendo com que essa relação possa ser um ensaio para futuras realizações autónomas. Recorrendo a espaços simbólicos da cidade, todos os anos a população e os criadores são mobilizados para a criatividade e a participação cívica. Por outros lado, um dos objetivos desta iniciativa é integrar as associações locais, artistas e empresas, e levá-las a experimentar novas formas de colaboração através das práticas artísticas. 

Nesta edição, no domínio das artes visuais, destaque para Paula Magalhães (Viseu, 1976), com Raízes e Utopias, Ana Lúcia Pinto (Caramulo) com Pensão Luar – onto(geo)grafias e ainda José Carlos Carvalho (Luanda, 1970) com Aqui morreu uma mulher..

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The Chelsea International Photography Competition

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Um interessante concurso de fotografia a que vale a pena dar atenção. Mais do que os prémios pode ser a projeção de trabalho de cada um. Em http://www.agora-gallery.com/competition/photography/spanish

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Sever

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No âmbito do Open Call Jovens Curadores lançado pela EGEAC – Galerias Municipais em 2016, com o objetivo de acolher, divulgar e apoiar a produção e pensamento artístico contemporâneo na cidade de Lisboa, e reforçar a importância dos jovens curadores como importantes agentes de mediação junto das novas gerações de artistas, a Galeria Boavista acolhe durante este ano os quatro projetos curatoriais vencedores.

Sever inaugura na Galeria Boavista amanhã, dia 20 de julho às 18h30, e reúne trabalhos dos artistas Ana Lupaș, Beatrice Marchi, Christodoulos Panayiotou, Eloise Hawser, Gonçalo Preto, Jason Dodge, Joanna Piotrowska, Namsal Siedlecki, Nick Bastis.

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Valter Vinagre – conferência

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Fotografia Valter Vinagre

Na próxima quinta feira, dia 20, pelas 19.30, no Palácio dos Anjos, em Algés, o fotógrafo Valter Vinagre (Avelãs de Caminho, Anadia, 1954) efetua uma conferência onde falará do seu trabalho, numa iniciativa é do Trinta Dias, o roteiro cultural da Câmara Municipal de Oeiras. Membro do extinto coletivo Kameraphoto, um grupo de fotógrafos que nos últimos anos protagonizou um novo olhar na fotografia portuguesa, Valter Vinagre conta com uma longa série de exposições, das quais poderíamos destacar  Cá na terra (Arquivo Fotográfico Municipal, Lisboa), Uma extençâo do olhar (CAV-Centro de Artes Visuais, Coimbra), Critério visivel – 150 Anos de Fotografia Portuguesa, (Edifício da Cadeia da Relação, Centro Português de Fotografia, Porto), O Presente – uma dimensão infinita (BESart Colecção Banco Espírito Santo – Museu Colecção Berardo, Lisboa), Um diário da républica (PhotoEspaña) ou NDT80 (Encontros da Imagem, Braga). Os seus trabalhos estão também presentes em várias coleções públicas e privadas.

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Curso Profissional da APAF

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Fotografia Inês Horta Costa

Aproxima-se o final do Curso Profissional de Fotografia que a APAF realiza anualmente. Depois da fotografia de turismo, de rua, do retrato, da publicidade ou da fotografia de arquitetura, entre outras, os alunos preparam o seu projeto final. Deixamos aqui duas imagens do projeto final de Inês Horta Costa, que será exposto na segunda metade deste ano.

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Fotografia Inês Horta Costa
Publicado em Formação APAF, Notícias

Curso de fotografia para jovens

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fotografia Mafalda Carvalho, 13 anos

Na APAF continua a decorrer o Curso de Fotografia para jovens dos 12 aos 16 anos. Foram 4 as turmas constituídas este ano letivo e com bons resultados: discussão de imagens e aulas práticas em modo manual, tendo por temas a fotografia de rua, o retrato e a fotografia de bancada.

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Prémio Europeu Helena Vaz da Silva atribuído a Wim Wenders

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O Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural/2017 foi atribuído a Wim Wenders, realizador de cinema e fotógrafo. O prémio será entregue no dia 24 de outubro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, tendo por base “o seu contributo excecional para a comunicação da história multicultural da Europa e dos ideais europeus”.

A presidente do Centro Nacional de Cultura, Maria Calado, falando em nome do júri, destacou o papel de Wim Wenders na divulgação do património cultural europeu. Na realidade quem não se lembra de Lisbon Story, com música dos Madredeus, ainda antes de Lisboa estar na moda? Refere o júri que “ao longo de 50 anos de carreira, ele tem sido um mestre na procura de imagens e palavras para capturar o sentido de lugar na Europa. O júri apreciou em particular a forma original como Wenders consegue dar vida aos valores e ideais europeus e promovê-los além-fronteiras, através do seu trabalho prolífico, que abrange filmes inovadores, exposições fotográficas, monografias, livros de filmes e coleções de prosa”.

Instituído em 2013 pelo Centro Nacional de Cultura, o Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural distingue contribuições excecionais para a proteção e divulgação do património cultural e dos ideais europeus. Conta com o apoio do Ministério da Cultura, da Fundação Calouste Gulbenkian e do Turismo de Portugal.

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Tiago Madaleno, com Clepsidra é o vencedor do Prémio Novo Banco Revelação 2017

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Fotografia Tiago Madaleno, Pernas, Clepsidra

É conhecido já o vencedor da edição de 2017 do “Prémio Novo Banco Revelação 2017”. Escolhido entre quatro finalistas, Ana Barata Martins, Diogo Bolota, Henrique Loja e Tiago Madaleno, o vencedor, este prémio é uma iniciativa do Banco em parceria com a Fundação de Serralves e destina-se a artistas de nacionalidade portuguesa, ou estrangeiros a residir em Portugal, com a idade limite de 30 anos. Refere a informação institucional que os quatro finalistas utilizam o suporte fotográfico para o interrogar nos seus sentidos e possibilidades na arte contemporânea.

O vencedor recebe agora uma bolsa de produção para concretizar o seu projeto, que apresentará numa exposição individual a inaugurar em outubro no Museu de Serralves.

O júri do Prémio foi presidido por João Ribas, diretor adjunto e curador do Museu de Serralves e constituído por Andrea Lissoni, curador de vídeo e fotografia da Tate Modern, Londres; Alessio Antoniolli, diretor da Gasworks & Triangle Network, Londres; Ricardo Nicolau, adjunto da direção e curador do Museu de Serralves e Filipa Loureiro, curadora do Museu de Serralves.

Com o projeto Clepsidra, que apresentou ao júri, Tiago Madaleno propõe-se refletir sobre a relação entre a fotografia e a temporalidade, invocando a presença do corpo no processo de produção das imagens. Clepsidra questionará as condições de visibilidade da fotografia, nomeadamente os processos utilizados para a produzir e o recurso ao índice como ferramenta de trabalho.

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Valter Vinagre

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Fotografia Valter Vinagre

Na próxima semana, dia 20, quinta feira pelas 19.30, o fotógrafo Valter Vinagre efetua uma conferência no Palácio dos Anjos, em Algés, onde falará do seu trabalho, numa sessão que aconselhamos a não perder. A iniciativa é do Trinta Dias, um roteiro cultural da Câmara Municipal de Oeiras. Recorde-se que o Trinta Dias já promoveu conferências semelhantes com outros fotógrafos como Nélson d’Aires, Luís Carvalho, Gastão Brito e Silva, Luís Filipe Catarino e muitos outros, fazendo com que a fotografia se aproxime do público em geral e contribuindo para uma melhor educação visual dos muitos que se interessam pela iniciativa, ao mesmo tempo que divulga o trabalho dos fotógrafos.

Valter Vinagre (Avelãs de Caminho, Anadia, 1954) tem já uma longa e cheia carreira com diversas exposições e livros editados, foi fundador do Coletivo Kameraphoto e foi também premiado em 2016 com o “Prémio Autores – melhor trabalho de fotografia” da Sociedade Portuguesa de Autores.

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Curso de Fotografia para jovens

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Fotografia Joana Ribeiro

A APAF tinha já encerrado a terceira turma do Curso de Fotografia para jovens, este ano todas rapidamente esgotada. A pedido de alguns encarregados de educação decidimos fazer mais um grupo de trabalho para o período de 17 a 21 de julho, mobilizando para isso novos meios humanos e pedagógicos.

O Curso destina-se a jovens entre os 12 e os 16 anos, que estabelecem o seu primeiro contato com a fotografia e aborda a medição de luz e o controle manual da máquina, a composição e a linguagem comunicacional da imagem. Entretanto deixamos aqui duas imagens, feitas no curso desta semana, . Mais informações em https://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/formacao/curso-de-verao-para-jovens-lisboa/

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Fotografia Teresa Appleton
Publicado em Formação APAF, Notícias

Algarve 63

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Chegou-nos hoje às mãos o excelente livro Algarve 63 de Tim Motion, que de resto é também hoje apresentado, às 18 horas, no Parque Municipal do Sítio das Fontes, em Estômbar, Lagoa, no Algarve. Esta edição é uma iniciativa dos Encontros de Fotografia de Lagoa, e conta com a curadoria e coordenação de Nuno Santos Loureiro. As imagens têm um horizonte temporal situado entre 1963 e 1978, sendo visível a atração que os aspetos típicos do Algarve exercem sobre este fotógrafo irlandês, que considera o Algarve como sua casa. Destaque para a boa impressão do livro e para uma paginação cuidada.

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Teresa Oliveira e Silva

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A nossa antiga aluna Teresa Oliveira e Silva tem desenvolvido em diferentes áreas da fotografia um conjunto de trabalhos bem demonstrativos da sua forma de iluminar e do seu sentido estético. Recentemente viu o seu portfólio referenciado pela Vogue Itália, com o trabalho El Secreto del Pinar. Diz-nos a autora que as imagens expressam um sentimento de saudade e simultaneamente de esperança e de alegria.  “Jogando com as palavras e o seu significado em diferentes línguas, as fotografias foram feitas num pinhal (“pinar” em castelhano, que em português é gíria para sexo) e evocam um sentimento de mágoa encapotada, bem como de esperança da visita que a tirará desse estado. E o júbilo quando finalmente a visita vem”.

Vale a pena ver a poesia que está presente nestas imagens, vale a pena sentir-se tocado pela beleza de uma imagem. Para ver em http://www.vogue.it/photovogue/portfolio/?id=163478

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Apoio às artes

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Foi apresentado o novo modelo de apoio às artes, o qual assenta em três tipologias: apoio sustentado, projetos e parcerias.

A imprensa pouco tem falado sobre este assunto, fundamental para a vitalidade do nosso panorama cultural. Talvez porque pouco tenha mudado, talvez porque alguns regulamentos se mantém impenetráveis. A proposta, apresentada segunda feira passada pelo Secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado, mantém os concursos como regra na atribuição de financiamentos. Pena que muitas entidades continuem a ficar de fora se não tiverem uma estrutura que permita uma dedicação total aos dossiers, mesmo com alguns aspetos positivos como a criação de três formas de apoio: concurso, procedimento simplificado e por protocolo. O concurso assume-se como a regra geral, o procedimento simplificado pode ser usado para apoios até 5000 euros e o protocolo pode ser usado nas parcerias. Interessante é o designado “apoio sustentado”, que visa consolidar a atividade de entidades com atividade continuada pela prática de planos plurianuais.

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Bruno Saavedra

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Bruno Saavedra apresenta presentemente duas exposições: Made in China, na Casa Independente, em Lisboa, até 30 de setembro, e Flavors, uma reposição apresentada agora em Almada, na Galeria Municipal de Artes, que está patente ao público até 18 de agosto.

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Curso de fotografia para jovens – nova turma

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Fotografia Carminho Correia

Decorre a segunda turma do Curso de Fotografia para jovens e estavam esgotadas as inscrições para a próxima semana. No entanto, face aos muitos pedidos a APAF decidiu fazer uma nova turma, com novos monitores e nos mesmos dias e horários. Destinado a jovens entre os 12 e os 16 anos, que estabelecem o seu primeiro contato com a fotografia, o curso aborda a medição de luz e o controle manual da máquina, a composição e a linguagem comunicacional da imagem. Na próxima semana será dado início a uma nova turma. Entretanto deixamos aqui duas imagens, feitas no curso desta semana. Mais informações em https://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/formacao/curso-de-verao-para-jovens-lisboa/

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Fotografia Teresa Appleton
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Cristina Garcia Rodero

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Cristina Garcia Rodero é uma fotógrafa já bastante conhecida em Portugal. O seu primeiro grande trabalho divulgado em Portugal foi España Oculta (1989), tendo estado presente nos Encontros de Fotografia de Coimbra por mais de uma vez, sendo memoráveis as imagens feitas nos Açores. Agora, apresenta-nos na PhotoEspaña a sua visão de lalibela, na Etiópia. Uma interessante entrevista em http://www.rtve.es/television/20170710/cristina-garcia-rodero-presenta-uno-lugares-mas-sorprendentes-del-mundo-lalibela-etiopia/1579845.shtml

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Leica

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O jornal The Guardian recorda-nos que nunca é demais recordar a história da mítica Leica e de algumas imagens que fizeram história. Em https://www.theguardian.com/artanddesign/gallery/2017/jul/13/leica-the-camera-that-freed-the-world-in-pictures

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Fundação Elipse

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O jornal Público alertava hoje, em artigo de Joana Amaral Cardoso, para o perigo que corre a coleção da Fundação Elipse. Estando há tantos anos o Estado sem adquirir imagens para a Coleção Nacional de Fotografia justifica-se? Para ler em https://www.publico.pt/2017/07/12/culturaipsilon/noticia/coleccao-ellipse-a-parceira-ideal-da-coleccao-berardo-continua-fechada-e-em-perigo-1778841

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Fotografia e solidariedade

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Partiu do fotógrafo António Cotrim a ideia de unir cerca de 170 fotógrafos num gesto solidário, doando uma fotografia para angariar fundos para os Bombeiros de Castanheira de Pêra. Segundo o site da Rádio Renascença, a António Cotrim juntou-se a fotografa Cristina Fernandes e o jornalista Paulo Guerrinha. As fotografias vão estar expostas no Museu das Comunicações, em Lisboa, no próximo dia 19 e podem ser adquiridas por um valor mínimo de 20 euros.

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A Luz dos Fotógrafos: de 1820 a 1920

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Vale a pena recordar o primeiro de dois episódios sobre a História da Fotografia, da autoria de António Sena e transmitido pela RTP. A evolução dos processos fotográficos ou a forma como se olha para uma fotografia ao longo da história são alguns dos temas tratados em A Luz dos Fotógrafos: de 1820 a 1920, em https://arquivos.rtp.pt/conteudos/a-luz-dos-fotografos-de-1820-a-1920/#sthash.dJEu5rCk.dpbs

 

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Curso de Iniciação à Fotografia

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Terá início no próximo dia 7 de julho, sexta feira, e durante 1 mês, um novo Curso de Iniciação à Fotografia. Dotado do mesmo número de horas (24 horas), mas acentuando as aulas práticas durante alguns dos sábados, este curso visa a autonomia técnica no uso da máquina, e refletir sobre o olhar em matéria de composição. Pretende-se que os alunos saibam dominar a sua máquina, trabalhando em manual e compreendendo as várias funções técnicas da máquina. O curso tem uma componente prática bastante acentuada, com aulas às segundas e sextas feiras entre as 19.30 e as 21.30 horas, sendo neste curso especificamente incluído um módulo de Fotografia de Viagem. Veja mais em https://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/formacao/curso-de-iniciacao-a-fotografia/

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Curso de Fotografia para jovens dos 12 aos 16 anos, na APAF

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fotografia Gabriela Gontijo

Teve início esta semana a segunda turma do Curso de Fotografia para jovens. Destinado a jovens entre os 12 e os 16 anos, que estabelecem o seu primeiro contato com a fotografia, o curso aborda a medição de luz, a composição e a linguagem comunicacional da imagem. Na próxima semana será dado início a uma nova turma. Entretanto deixamos aqui duas imagens, uma de Mais informações em https://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/formacao/curso-de-verao-para-jovens-lisboa/

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fotografia Carolina Batalha
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Cascais afirma-se na cultura e nas artes

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Em Cascais surge a Cátedra Cascais interartes – Cascais, crossroad of the arts, numa iniciativa da Fundação D. Luís I e tendo como objecto de intervenção o Município de Cascais, numa lógica de referenciação cultural e artística, da qual é incontornável a concepção de Bairro dos Museus.

Numa perspectiva inovadora e relevante no quadro dos estudos literários e artísticos contemporâneos, a Cátedra entende como sua natureza e missão o aprofundamento de investigação sobre estes autores numa dimensão comparatista, de diálogo interartes, e de encontro com obras de outros criadores.

A Cátedra assume, deste modo, como missão promover e apoiar iniciativas que visem contribuir para a divulgação de Branquinho da Fonseca, David Mourão Ferreira, Herberto Helder e Ruben A., cujas obras se caracterizam por um cosmopolitismo e por uma urbanidade indissociáveis da forma como nelas são convocadas outras expressões artísticas.

Ainda numa iniciativa da Câmara Municipal de Cascais a Vila da Parede vai ser dotada de um polo cultural de grande importância, com a entrada em pleno funcionamento da Casa Reynaldo dos Santos e Irene Quilhó dos Santos, que consagrará a investigação, a divulgação e a caracterização   dos espólios de eminentes figuras da contemporaneidade doados ao Município de Cascais e finalmente disponíveis para fruição pública.

A Casa refletirá contribuições em áreas tão diversas como história de arte, ourivesaria, gravura, teatro, etc. Acolhendo investigadores e organizando encontros em que possam ser discutidas problemáticas relacionadas com experiências do século XX estudadas à luz das esperanças partilhadas no século XXI, estarão lançadas as bases do que poderá ser globalmente denominado por Conferências da Parede, um fórum que atrairá a esta zona do Concelho de Cascais, alguns dos mais conceituados especialistas portugueses e estrangeiros das comunidades científica, artística ou literária.

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Street Photography

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Para os apaixonados pela Street Photography sugerimos uma visita ao Lens Culture e eventualmente participar numa das modalidades do concurso. Em https://www.lensculture.com/street-photography-awards-2017?utm_source=fb-cpc&utm_medium=cpc&utm_term=ART_retargeting&utm_content=AD3-I1&utm_campaign=SP17-EN-Remarketing

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A fotografia é a minha vida – Nikos Economopoulos

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A Fotografia é a minha vida“, afirma o fotógrafo grego Nikos Economopoulos, membro da Magnum Photos, convidado da sessão do Clique 2.0 – Falar, ver e fazer fotografia em Outubro do ano passado. Realizada em Maio de 2017, nesta entrevista (em inglês) a um canal de televisão turco, Economopoulos conta episódios da sua vida fotográfica, do início da sua carreira aos dias de hoje. Ilustrada com as suas fotografias, aborda temas como a edição, o preto e branco e a cor, a entrada na Magnum, a sua forma de estar na fotografia. A APAF agradece à organizaçãoo do Clique 2.0 – Falar, ver e fazer fotografia a colaboração. Em https://www.youtube.com/watch?v=-i9tFmWnaw0&feature=youtu.be

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