Em Coimbra

Fotografia Fabio Bucciarelli, da série Quando tudo mudou, Bergamo – Itália, 2020

Um pouco espalhadas por toda a cidade de Coimbra pode encontrar diversas exposições inseridas na programação do Prémio de Fotojornalismo Estação Imagem – Coimbra. Na Sala da Cidade, na Câmara Municipal, encontra Quando tudo mudou (até 10 de julho) de Fabio Bucciarelli, que retrata como a pandemia mudou o mundo e as nossas vidas. No Centro Cultural Penedo da Saudade pode encontrar Teste à democracia americana (até 31 de julho), uma exposição produzida pela Associated Press. William Daniels apresenta-nos Túlipas desvanecidas (até 25 de julho), uma viagem pela frágil democracia pós-soviética do Quirguistão, patente no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. Já no Edifício Chiado, na baixa Coimbrã, pode ver Vozes (até 25 de julho) de Muhammed Muheisen, enquanto não muito longe dali, na Casa Bissaia Barreto é apresentada a exposição de Magnus Wennman Onde dormem as crianças. Neste fotojornalismo de excelência que o Prémio Estação Imagem – Coimbra nos traz anualmente, destaque também para Felipe Dana com Morte e negação na Amazónia, exposição apresentada no Teatro Gil Vicente (até 24 de julho). Por sua vez na Galeria Pinho Dinis, na Casa Municipal da Cultura, pode ver as Imagens do Prémio Estação Imagem 2020 Coimbra, e Manuel Roberto com Mobilização geral (ambas até 24 de julho). Pode dizer-se que Coimbra vive e respira fotografia. A não perder.

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