Engrácia, a santa passageira

No Museu da Água, em Lisboa, de 17 a 20 de setembro é apresentada Engrácia, a santa passageira, uma exposição com imagens de João Tuna, Luísa Ferreira, Luís Pavão, Rosa Reis e Susana Paiva.

O nome da exposição recorre à história, e a divulgação da exposição exclarece-nos que “Engrácia nasceu em Bracara Augusta (Braga), no séc. III. Rumava a França para se casar, mas foi em Saragoça, a meio da viagem, que, chocada com as atrocidades do governador romano na região, resolveu fazer-lhe frente. Pela coragem com que o enfrentou, foi-lhe, mais tarde, erguida a Igreja de Santa Engrácia (Panteão Nacional), que deu o nome à Freguesia de Santa Engrácia (hoje englobada na Junta de Freguesia de São Vicente). Ficava, então, para sempre inscrita nas ruas e esquinas do bairro a memória da brava jovem viajante em busca de um mundo mais humano, no fundo padroeira deste universo de pessoas imigrantes, refugiadas, residentes e viajantes que lançam o mote do festival este ano”.

Esta exposição, com curadoria de Henrique Costa Santos, está integrada no Festival TODOS 2020, que explora o território da Santa Passageira, sendo o resultado de um desafio lançado aos fotógrafos presentes para criarem, a partir dos seus cinco olhares distintos, cinco abordagens ao mosaico humano e urbano do universo TODOS em Santa Engrácia, a passageira do mundo.

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