Tiago Casanova em Cascais

Captura de tela 2019-05-15 às 14.25.19

Tiago Casanova, Destruir / Perder / Extinguir, 2012
Javea 1977, 2012
Projeção de filme Super 8, transferido para vídeo, c. 30h, 7 bobinas, numeradas de 1 a 10 (números 3, 4 e 6 desaparecidos)
Instalação: dimensões variáveis

Inaugura amanhã, pelas 18.30 h, no Centro Cultural de Cascais, Teste à capacidade Mnemónica da Fotografia, de Tiago Casanova (Madeira, 1988). Diz-nos o autor que “a imagem fotográfica, desde a sua descoberta, tem sido sempre um suporte utilizado para a gravação e documentação de memórias pessoais e de família, mas num momento em que todos nós temos acesso facilitado a uma máquina fotográfica, produzindo diariamente centenas senão milhares de imagens do nosso dia-a-dia, interessou-me entender o processo mnemónico da visualização da imagem fotográfica assim como a nossa relação com todas estas memórias armazenadas.

Interessa-me entender, como disse Emília Tavares, o papel e o valor do corpus de imagens que no seu estado material permanecem em negativo e num estado de hibernação do visível. Importa perceber se as imagens esquecidas nos nossos arquivos, incluindo as imagens estragadas, têm valor nessa tal função documental da fotografia, e por conseguinte, se têm interesse para a construção da nossa identidade“.

O projeto apresentado é baseado na utilização de três suportes analógicos diferentes: fotografia de película (Médio Formato); fotografia instantânea (Polaroid) e vídeo (Projecção Video 8 mm), com o intuito de explorar os três modos com os quais nos podemos relacionar com Memória / Arquivo: o Destruir; o Encontrar; e o Construir.

Captura de tela 2019-05-15 às 14.25.34

Tiago Casanova, Construir / Preservar / Proteger, 2012
Diário de viagem / Fotografia instantânea, 2012
Polaroides
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