O que pode um artista que não gosta do governo do seu país fazer?

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O suplemento Ípsilon do jornal Público publicou um interessante artigo sob o título O que pode um artista que não gosta do governo do seu país fazer? Tudo começou com as declarações de Leonor Antunes que afirmou que nunca aceitaria representar o país se governasse um governo de direita, acrescentando posteriormente que incluía nessa recusa o PSD e o CDS, embora os reconhecesse como partidos democráticos. Logo se levantou polémica e o Ípsilon, num artigo de Isabel Salema, coloca a pergunta “Pode um artista recusar-se a representar um país devido à cor política do governo no poder?”. As respostas surgem pela voz de artistas e curadores e têm mesmo um âmbito abrangente e pedagógico, como é o caso de Daniel Blaufuks que alerta para o facto de a política dever estar presente, mas não se restringir ao âmbito partidário. Muito interessante e a permitir opiniões sustentadas por cada um de nós, em vez de opiniões com o coração e para refletir  no facto de a produção artística poder estar dependente do Estado, ou de como defender a independência dos artistas, um passo para a “arte do Estado”. Para ler aqui.

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