Casa das Sete Senhoras, de Tito Mouraz, em livro

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Vimos o projeto em Tibães e já percorreu diversos Festivais em vários países. A Casa das Sete Senhoras de Tito Mouraz acaba de ser editado pela Editora Dewi Lewis e é o culminar de uma ideia que demorou cerca de cinco aanos a meterializar-se. Hoje o Observador trás um interessante artigo de crítica que aconselhamos vivamente, enclarecendo-nos que “embora o título Casa das Sete Senhoras refira uma lenda nativa (como já se imagina, uma história de bruxas e bruxedos: sete irmãs que saíam à noite para fazer coisas de bruxa), não existe entre título e imagens qualquer pretensão ilustrativa, nem sequer uma relação rígida. Ainda que, como explica Nuno Crespo no posfácio, “Não [haja] ambições etnográficas nem documentais”, podemos tomá-lo como um cumprimento terno a uma visão do mundo em vias de desaparecer. Lembra-nos de que, sem que nos apercebamos, também o folclore e a tradição oral são uma paisagem em transformação, aliás, brevemente irreconhecível. Partindo de um interesse por «saber como era antes de mim», Mouraz trata-os como quaisquer outros elementos legítimos do ecossistema, justapondo sequências oníricas, paisagem e retratos, acentuando uma contiguidade entre sonhos, ficções, explicações, pessoas, animais, plantas, barulhos, fogo, fumo, pedra, terreno, cinza — ou antes a percepção de que todos estes elementos formam (pelo menos, aqui) uma totalidade holística”. Em http://observador.pt/2016/11/17/a-paisagem-do-mundo-e-a-de-tito-mouraz/

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