Prémio Leica/Oskar Barnack

Captura de tela 2016-06-16 às 16.27.42

Foram publicados os resultados do Prémio Leica/Oskar Barnack. Concorreram cerca de 3200 fotógrafos de 108 países, onde os trabalhos a concurso eram constituídos por portfólios de 10 a 12 imagens. Cada fotógrafo podia concorrer apenas com 1 portfólio, realizado entre 2015 e 2016, onde a marca da máquina não era critério limitativo, e onde o prémio de cada finalista era de 2500 euros e o vencedor final teria direito a um prémio de 25 000 euros mais cerca de 10 000 euros em material fotográfico. O concurso, reservado a profissionais, tinha os 25 anos como idade limite dos participantes.

A decisão do júri decidiu premiar Juan Pablo Bellandi, com um trabalho sobre a Venezuela e a violência das armas, o trabalho do fotógrafo italiano Fulvio Bugani, tendo por tema a vida citadina e onde a duplicidade luz/sombra é omnipresente, ou ainda sobre a realidade ucraniana hoje, num trabalho do fotógrafo Guillaume Herbaut. Foi também a realidade social, as condições de vida e de habitabilidade que inspiraram o trabalho de Giulio Piscitelli.

Recorrendo ao retrato, destaque para os trabalhos de Scarlett Coten, de William Daniels, de quem deixamos aqui uma imagem, de Stéphane Lavoué, de Sadegh Souri, do Irão, e ainda de Clémentine Schneidermann. Ou num tom mais abstrato e jogando com a cor foi premiado Vincent Delbrouck e, usando a memória como tema, destaque para Max Pinckers ou ainda para o trabalho de Esther Teichmann.

Em todos se denota a existência de um conceito prévio e de uma grande coerência estética. Em todos temos portfólios pensados previamente e executados, muito para além de um apenas juntar imagens.

Os resultados podem ser vistos em http://leica-oskar-barnack-preis.de/

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